sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Calendário sugerido para eventos em geral

DEZEMBRO – ênfase, Natal

Dia da Bíblia - 2ª dom
* o advento têm início quatro domingos antes do natal.

01 Dia do imigrante / do casal / mundial contra a aids
02 Dia nacional das relações públicas / da astronomia / Panamericano da Saúde
04 Dia mundial da propaganda / do perito / do pedicuro /do orientador educacional
05 Dia da Cruz Vermelha Brasileira
07 Dia do pau brasil
08 Dia nacional da família /da justiça / do cronista esportivo
09 Dia do fonoaudiólogo / da criança defeituosa
10 Dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos / Internacional dos Povos Indígenas / do palhaço
14 Dia do engenheiro /do arquiteto
12 Dia do avaliador /do ótico
13 Dia do marinheiro / do cego /do lapidador
14 Dia do Ministério Público
15 Dia do jardineiro
16 Dia do reservista- Exército / do teatro amador
20 Dia da bondade / do mecânico
21 Dia do atleta / Dia do Artista Profissional
22 Início do verão
23 Dia do vizinho / do Atleta Amador
24 Dia do órfão
25 Natal
26 Dia da lembrança / do Pedreiro
28 Dia da marinha mercante /do salva-vidas / Dia da Esperança
31 Noite de vigília / reveillon

Organizado por Westh Ney em 1999 para aulas de Ministério de música/Gestão da música na Igreja, no Seminário do Sul e publicado alguns anos depois na Revista Louvor
Aproveitem alguns destes dias e que tenha relevância para a sua comunidade e crie algum movimento que possa abençoar outros.
abs
westh ney

sábado, 29 de novembro de 2008

Revista da ABEM

Caros amigos e alunos,
todos que trabalham e pesquisam sobre Educação musical deveriam vistar este site, comprar e ler estas publicações.
Na Biblioteca da UNIRIO, na Urca, Rio podemse encontradas para leitura.

Neste endereço vejam
resumos em PDF.
http://www.abemeducacaomusical.org.br/revistas.html

Vejam estes títulos como exemplo na Revista nº 5 - Setembro/2000

Sumário e resumo


A educação profissional de música frente à LDB nº 9.394/96 - Sonia Albano

A música do século XX para os cursos de graduação - Maria Lúcia Pascoal

A Presença das Raízes Culturais na Educação Musical- Cristina Rolim Wolffenbuttel

Avaliação da execução musical: relações entre as concepções e práticas adotadas por professores de piano - Cynthia Geyer Arrussul dos Santos, Liane Hentschke, Ney Fialkow

Métodos de Leitura Cantada: dó fixo versus dó móvel - Ricardo Goldemberg

Pesquisa em Educação Musical: situação do campo nas dissertações e teses dos cursos de pós graduação stricto sensu em Educação - José Nunes Fernandes

Um olhar antropológico sobre práticas de ensino e aprendizagem musical - Margarete Arroy

Uma perspectiva crítica e cultural para abordar o conhecimento curricular em música - Sonia Tereza da Silva Ribeiro

Educação musical/Coro

Bibliografia básica sugerida por Westh Ney

COLL, C.; PALACIOS, J. e MARCHESI, A. Desenvolvimento psicológico e da educação. Vol. 1, 2 e 3. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
FREIRE, Vanda L. Bellard. Currículos, apreciação musical e culturas brasileiras. Revista da ABEM nº 6 RJ: ABEM, 2000
GARDNER, Howard. O verdadeiro, o belo e o bom. Porto Alegre: Objetiva, 1999.
______________Inteligências Múltiplas: A teoria na prática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.

MARTINS
, Raimundo. Educação musical: Conceitos e Preconceitos. RJ: FUNARTE, 1985.
MARTINEZ, Emanuel. Regência Coral – Princípios básicos. Ed. D. Bosco, 2000
MATHIAS,
Nelson. Coral, um canto apaixonante. Brasília, Ed. Musi-Med, 1986.
OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky: Aprendizado e desenvolvimento: um processo sócio- histórico. 4 ed. São Paulo: Scipione, 1997. 111 p
OLIVEIRA, Alda. Fundamentos da Educação Musical em Série Fundamentos da Educação Musical. RJ: ABEM 1993.
PAZ, Ermelinda. Pedagogia musical brasileira no século XX - Metodologias e Tendência. Brasília: Editora MUSIMED. 2000.
SANTOS, Regina Márcia S. Música no Século XXI: Tendências, perspectivas e Paradigmas. ANAIS XIII Encontro Nacional da ANPPOM, v. 2, p. 688 – 691, 2001
SANTOS, Regina M. Simão. A natureza da aprendizagem musical e suas implicações curriculares. Análise comparativa de quatro métodos. Rio: ABEM, 1994.
SWANWICK, Keith. Ensinando música musicalmente. SP: Ed. Moderna, 2003.
VILLA-LOBOS, Heitor. O pensamento vivo de Villa-Lobos. São Paulo: Martin Claret, 1987.
ZANDER, O. Regência coral. 5 ed. Porto Alegre: Movimento, 2003.
....................
“O povo é, no fundo, a origem de todas as coisas belas e nobres, inclusive da boa música! [...] Tenho uma grande fé nas crianças. Acho que delas tudo se pode esperar. Por isso é tão essencial educá-las. É preciso dar-lhes uma educação primária de senso ético, como iniciação para uma futura vida artística. [...] A minha receita é o canto orfeônico. Mas o meu canto orfeônico deveria, na realidade, chamar-se educação social pela música. Um povo que sabe cantar está a um passo da felicidade; é preciso ensinar o mundo inteiro a cantar”. (VILLA-LOBOS, 1987)

Como a família pode desenvolver a comunhão com Deus?

Westh Ney Rodrigues Luz

“Quando eu ouvia aquele barulhinho na porta do meu quarto, pensava:
- Lá vem ela! E nem adiantava dizer que não queria. Ela vinha com oração, bênção, conselhos ou texto bíblico. Fechava meus olhos, fingindo que dormia, mas ela não desistia; orava assim mesmo nos meus ouvidos, com a mão na minha cabeça”.


Ouvi este relato do meu filho caçula, o Felipe quando ele tinha 25 anos e já casado. Tive que rir, pois era assim mesmo. Contei isto para o mais velho, o João, ele riu e disse: - “Eu gostava muito. Era bom.”.

A Bíblia diz em Salmos 127.3, que nossos filhos são herança da parte do Senhor. Sim. Meus filhos não são propriedades minha. Recebi de Deus esta grande bênção e esta festa ou alegria, que é ter um filho, traz também algo importante junto que é responsabilidade. Pela proteção, pelo ensino, alimento, vestimenta, educação... UFA!!


E como mãe cristã - pais ou qualquer outro familiar responsável pelas crianças - precisamos ajudá-las a terem o encontro mais importante da vida - o encontro com Cristo.

A vida familiar pode propiciar isto ou não. O que às vezes acontece é que nossas atitudes em família diferem do comportamento em público. Alguns líderes são eficientíssimos na igreja, escola, na frente do coro, no escritório, na sua vida em sociedade. Possuem um bom discurso, mas são ausentes no Lar. Os filhos, esses desconhecidos, são relegados a um plano menor e a prática não acompanha a teoria. Alguns sabem discorrer sobre grandes temas teológicos, mas não conseguem trazer isto para uma pergunta bem simples e infantil sobre Deus e a existência humana. Aliás, alguns sequer ouvem a pergunta...

Não espere a vida melhorar para você encontrar mais tempo para cuidar do desenvolvimento da vida com Deus na sua família. Isto poderá nunca acontecer. Você pode perder este trem, ou bonde como diriam os mais antigos. Pode também demorar muito e num piscar de olhos... as crianças cresceram!

Não delegue para outros a oportunidade única, especial e nem sempre fácil de ensinar seus filhos a dependerem totalmente de Deus. Precisamos prepará-los para a vida. Alguns pensam que vida é só escola, aulas de inglês, espanhol ou esperanto, natação, ginástica moderna, rítmica, trapézio, aulas de violino, piano, judô, crochê, arte culinária... Tive um aluno que com cinco anos estudava chinês, sem nada que o identificasse com um oriental e o pai me disse que estava preparando seu filho para ser um vencedor. Presenciei isto, esta grande tragédia familiar, ao longo da minha vida como professora em escolas de pequeno e grande porte, e em classes sociais diversas.

Conheci crianças em completo abandono espiritual. Alguns pensam que se eles estão socados na igreja o tempo todo, a sua parte, o seu compromisso nesta área já está de bom tamanho. Grande engano. Não tem como terceirizar o crescimento espiritual de nossos filhos. O que você faz, diz, ensina, compartilha em casa é que vai ser forte e decisivo para ajudar seu filho a ter comunhão com Deus. Esta fé vivida e experimentada é que dará suporte aos nossos filhos para encarar os desafios, decepções ou tragédias da vida. Não se iluda. Elas virão. Será que seus filhos, e seu Lar estão preparados para o dia difícil, onde parece que todos os dardos, ou lanças flamejantes estiverem sobre vocês?

Certo é, que nunca estaremos totalmente preparados, mas a nossa Fé em Deus, precisa ser real, autêntica, significativa e forte, pois irá nos valer nos momentos cruciais e decisivos.

Minha irmã caçula, a Débora, foi convocada, por Deus junto com sua família - marido e dois filhos adolescentes, na tragédia que aconteceu em Angra dos Reis, no ano de 2002 – e de uma forma trágica, soterrados. Eles amavam a Deus de uma maneira especial e Cristo reinava livremente nas suas vidas. Todos eram integrados e participantes no Reino do Senhor. Não mediam esforços investindo seu tempo e bens financeiros no Reino de Deus. A casa deles estava sempre cheia com muitos amigos após os cultos ou qualquer ocasião. O lar deles era um lugar de festa, amor, alegria e abrigo. A família ultimamente estava com uma maratona linda de leitura de livros cristãos e compartilhavam com alegria suas descobertas sobre a Palavra de Deus. Quinze dias antes tinham me ligado e todos falaram quase que juntos, vibrando com descobertas na vida cristã. Minha sobrinha – 13 anos - compartilhava o livro sobre vida cristã que estava lendo, com uma alegria impressionante. Ainda hoje, é difícil entender tudo o que aconteceu e por isto me apego na Palavra, onde e só ali poderei encontrar consolação. "Bem-aventurados os mortos, que desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras o acompanham." (Ap 14.13) Onde aprendi isto? Em casa e depois na organização infantil e feminina da denominação Batista – Mensageiras do Rei.

Quando crianças – quatro meninas - para nosso desespero, às vezes, mamãe chamava – na melhor hora das brincadeiras - para o culto doméstico. Minha mãe lia a meditação da Revista Manancial, cantávamos um ou dois hinos e orávamos. A oração da minha mãe era muito, muito grande. Ficávamos cansados e às vezes uma de nós orava para acabar logo. Fomos crescendo e mudando algumas coisas. Em outra época, usávamos a caixinha de promessas. Era engraçado, pois as mais velhas tiravam alguns versículos da caixa e liam para os menores. Nem sempre líamos o correto (risos). Trocávamos os versículos só para implicar. Aquele momento era hilariante e o mais usado era Provérbios 6.6 – “Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos e sê sábio”. Guardo grandes recordações delas rindo e resmungando. Todas nós e nossos filhos pertencem a Cristo.

O hino mais cantado era 162CC (386HCC), Vigiar e orar, de autor desconhecido. O Pr. Alfredo Henrique da Silva, português é o tradutor e a música, do hinário francês - Salmos e cânticos - que gostávamos muito é da Sophia Zuberbühler. Nunca saiu da minha mente e da minha memória afetivo-emocional a mensagem de tão grande significação e ensinamento. Minha mãe, Elcy Rodrigues, foi muito feliz em escolher este hino como o oficial da nossa família. (meu pai não era crente e nunca participou destes momentos),

1. Bem de manhã, embora o céu sereno
pareça um dia calmo anunciar,
vigia e ora: o coração pequeno

um temporal pode enfrentar!

Bem de manhã, e sem cessar,/ vigiar, sim, e orar!

2. Ao meio dia, quando sons e brados

abafam mais de Deus a voz de amor,
ao Salvador entrega os teus cuidados
e vive em paz com o Senhor!

3. Do dia ao fim, após os teus lidares,

relembra as bênçãos do celeste amor
e conta a Deus prazeres e pesares,
deixando em suas mãos a dor!

4. E, sem cessar, vigia a cada instante,

que o inimigo ataca sem parar!
Só com Jesus, em comunhão constante
tu podes sempre triunfar.

Vejam, mesmo que mais nada fosse dito, só este hino por si mesmo diz tudo. Durante alguns momentos do dia, na hora do sufoco, sempre foi impossível não pensar em algumas das estrofes. Já embalei meus filhos com este hino e recentemente ao ninar meu neto Gustavo, recém-nascido, também me peguei cantando o velho hino do culto doméstico da minha infância.

Um dia, na hora do almoço - sempre orávamos antes da refeição - era a vez do João Marcos, o meu filho mais velho. Do alto dos seus cinco anos, ele orou e ao final pediu a Deus perdão pela sua multidão de pecados... Chorei de tristeza ao ver meu filho tão pequeno, com um semblante quase angelical falando assim. Fiquei indignada e perguntei onde ele tinha aprendido aquilo. A empregada doméstica que morava conosco disse que deveria ter sido na igreja. Ela afirmou que não orava assim. Nem eu, nem seu pai também assim fazíamos. Fiquei pensando e questionando: o que será que estão ensinando aos meus filhos na igreja? Eu tinha mil idéias, conceitos e práticas alternativas para cuidar dos meus filhos e agora alguém despreparado ensina, na classe da EBD que ele tem multidão de pecados? Não, não queria que meus filhos crescessem cheios de culpas e orando para um Deus punidor e repressor.

Estou contando isto, para que possamos estar atentos a tudo que possa formar ou deformar a vida dos nossos filhos. Graças a Deus a vida cristã do meu filho João é normal. Foi assim que ele me respondeu quando com dezesseis anos, perguntei-lhe por telefone: E aí meu filho, tudo bem? E a fé? Normal mãe, disse ele. E assim tem sido. Hoje tem 30 anos e sua fé em Deus é firme, constante. Não é de altos e baixos. Natural é ir à igreja ou a reuniões tipo Células, tocar violino nos cultos, ofertar e dizimar com alegria e disposição. Ajuda os que trabalham com ele, facilitando suas vidas economicamente falando. Agora, quando estive em sua casa, eu vi e ele fez questão de me dizer que o casal estava estudando a Bíblia e lendo um livro cristão junto com sua jovem esposa. Vão cedo para o quarto e ali lêem e se divertem com seus livros prediletos, dão gargalhadas compartilhando trechos engraçados. Estão se preparando para quando Deus trouxer filhos para eles cuidarem.

Ah, o Felipe, aquele do início do artigo, em uma ocasião quando cheguei para dar o beijo e a bênção ele me surpreendeu recitando João 1, inteirinho, de cor. Surpresa, ele me disse: Mãe, está pensando que só você conhece e estuda a Bíblia? Foi lindo. Ele tinha nove anos. Hoje, com 29 anos, tem dois filhos e é líder atuante na igreja gostando de pregar, de ensinar.

Bem, já escrevi muito, mas o que vai valer na realidade é a sua comunhão com Deus, que vai servir de exemplo para seus filhos e sua família. Bem, criatividade ajudará muito.

Queridos, Deus pode capacitar cada um de nós e completar as nossas falhas.

Westh Ney - profª no Seminário do Sul de História da música, Gestão da música na Igreja e Culto Cristão. É membro da Igreja Batista Itacuruçá, Tijuca, Rio/RJ

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Recitais de formatura em música Sacra no STBSB

Renato Farias, Recital de Regência
Segunda, 01/12, 20h
Capela do Seminário do Sul/ STBSB
Rua José Higino, 416 - Tijuca, Rio
tel:. 2570-1833

*********
d.. 03 de dezembro - piano - Ludmila Gomes Santos (20h)
e.. 15 de dezembro - piano - Gisele Rosa Batista (20h)

Outros eventos:

4 de dezembro - Concerto de natal do coro Oquyra, na Capela do STBSB (20h)

Abraços,
Westh Ney

domingo, 23 de novembro de 2008

A cadela e o táxi na Leopoldina

Caros amigos

Hoje, dia 22/11/2008, chegando lá pelas 23h vindo da PIB de Mesquita, desci na Leopoldina para pegar um táxi e voltar para casa. Presenciei algo que não sei adjetivar: uma cadela imobilizada por 4 motoristas de taxi e um deles com uma seringa em sua boca.

Ao entrar no veículo perguntamos ao motorista o que ele e seus amigos faziam. Ele disse que passou ontem a manhã e a tarde na SUIPA, cuidando deste animal. Ela está com uma doença no coração e tem que tomar 5 remédios por dia até o final da sua vida.

Resumo:
Esta cadela e sua companheira foram adotadas pelo ponto de taxi. Elas vivem ali e como o ponto funciona dia e noite são cuidadas por eles. Os remédios são comprados por eles.

São cães de rua, abandonados.
Isto é bonito e comovente.

Bem, além dos animais temos crianças, velhos e loucos abandonados e jogados pelas ruas desta cidade...

Alguém adotará estes humanos?

Abraços,

sábado, 8 de novembro de 2008

Agenda - minha e dos amigos

Westh Ney:

AO ESCREVER UM TEXTO

Do livro O PRAZER DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA (São Paulo: Hagnos), dois quadros sobre a produção de textos, voltados para trabalhos acadêmicos, mas que se aplicam a qualquer tipo de texto. Este livro é do diretor geral do STBSB - Prof. Israel Belo de Azevedo

PRINCÍPIOS DE COMUNICAÇÃO
Ao escrever um texto, considere os seguintes princípios:

1. Clareza -- O texto está claro para o leitor?
2. Concisão -- O texto diz o máximo com o menor número possível de palavras?
3. Correção -- O texto respeita rigorosamente a gramática?
4. Encadeamento -- O texto está organizado de modo lógico e harmônico?
5. Consistência -- O texto usa os verbos nos mesmos tempos e os pronomes nas mesmas pessoas?
6. Contundência -- O texto vai direto ao ponto?
7. Precisão -- O texto usa os termos de modo preciso?
8. Originalidade -- O texto é original, agradável e criativo?
9. Correção política -- O texto é "politicamente correto"?
10. Fidelidade -- O texto é honesto com as fontes?

DEZ CONSELHOS PRÁTICOS
1. Escreva frases breves e parágrafos curtos. Não complique.
2. Encadeie as frases e os parágrafos logicamente. Não faça uma colcha de retalhos.
3. Evite apelar para generalizações. Não seja superficial.
4. Evite repetir palavras. Não seja pobre no seu vocabulário.
5. Evite modismos lingüísticos. Não pareça um deslumbrado.
6. Evite as redundâncias. Não seja apressado.
7. Abstenha-se de superlativos, aumentativos, diminutivos e adjetivos em demasia. Não seja pernóstico.
8. Faça poucas citações diretas; opte por reescrevê-las, creditando-as aos
seus autores. Não compile.
9. Use as notas de rodapé para definições e informações. Não seja óbvio.
10. Lembre-se SEMPRE que você está escrevendo para um leitor real.

Prof. Israel Belo de Azevedo - www.prazerdapalavra.com.br

sábado, 1 de novembro de 2008

Música na Igreja 1

Jovens preparados para servir ao seu Senhor com música na Igreja - part 1
Westh Ney R. Luz

“Vocês também, como pedras vivas, deixem que Deus os use na construção de um templo espiritual onde vocês servirão como sacerdotes consagrados a Deus. Mas vocês são a raça escolhida, os sacerdotes do Rei, a nação completamente dedicada a Deus, o povo que pertence a ele. Vocês foram escolhidos para anunciar os atos poderosos de Deus, que os chamou da escuridão para a sua maravilhosa luz.” (1Pedro 2.5,9).

Sim vocês foram chamados para anunciar os atos poderosos de Deus, também cantando, fazendo música. Convidada para escrever para vocês, jovens que amam a Cristo e são chamados por Ele para um ministério maravilhoso, emocionante e complicado que é o da música na igreja, estou aqui, sem saber como começar; como alcançar seu coração, quer dizer, sua mente? O que será que você quer, ou melhor, o que será que você precisa saber?

Sabe, resolvi falar com vocês da mesma forma que falo com meus alunos no Seminário do Sul (STBSB). Muitos estão em suas igrejas servindo, completamente entregues nas mãos de Deus, conscientes de como é importante a tarefa que o Senhor Deus colocou em suas mãos. Cantam, tocam dirigem cantos, participam de vários coros e bandas, chamadas Gospel.

Então vamos lá? O que é ministério? O que é culto? Para que serve a música? Sim, para que serve a música na igreja?

Vamos começar com esta citação de Campbell Morgan, que pincei do livro - A Cruz de Cristo de John Stott, grande pregador e que termino o 1º capítulo do livro Culto Cristão – contemplação e comunhão, que diz:

“Só o homem crucificado pode pregar a cruz.. Disse Tomé:” A menos que eu veja em suas mãos o sinal dos cravos... não crerei”. O Dr. Parker de Londres, disse que o que Tomé disse acerca de Cristo, o mundo hoje está dizendo a respeito da igreja. E o mundo também está dizendo a cada pregador: A menos que eu veja em tuas mãos as marcas dos cravos, não crerei”

Queridos jovens que amam o Senhor Jesus, que desejam fazer diferença neste tempo, neste mundo prestem atenção: só uma pessoa redimida no sangue do Cordeiro, que morreu e renasceu para uma vida nova com Cristo pode pregar esta mesma Cruz, pode falar deste grandioso e misterioso amor. Amor que vem de Deus e que move o seu coração para o serviço ao Senhor e ao próximo. Para desenvolver um excelente e verdadeiro trabalho com a música na igreja precisa ser realmente convertido, salvo em Cristo Jesus.

Para que possamos ser bênção na nossa igreja, ajudando a congregação para que ela cante bem, com entendimento e com emoção seus louvores ao Senhor precisamos ser mais humildes. Reconhecermos que sabemos pouco, esquecer o título de “Levitas” – pois não estamos mais no Velho Testamento, com classes sacerdotais. Hoje, na nova Aliança somos todos sacerdotes do Senhor. Sacerdotes para ajudar, apoiar a congregação, a sua comunidade religiosa a reconhecer os atributos de Deus (Adoração) e demonstrar isto em cantos, orações, leituras bíblicas, posturas, atitudes que será o seu louvor. Louvor é tudo o que você faz como resultado do seu reconhecimento de quem Deus é. É a sua adoração em ação!

Se quisermos ser bênção, precisamos estudar de verdade. Vejo pessoas bem intencionadas e com vontade de aprender, que participam de cursinhos de final de semana, escutam algumas palestras, compram alguns poucos livros e muitos CDs, “xerocam” tudo que outros pesquisaram, estufam o peito, empinam o nariz e revirando os olhos sentem-se prontos, ou autorizados para este ministério. Da Palavra de Deus, a Bíblia, sabem pouco e de música alguns até sabem, mas não entendem que ministério é serviço. Que música na igreja é ministério e não palco. Que culto não é o momento para demonstração de performances, atuações as mais variadas e desconexas. Ao final deste artigo relaciono alguns links e livros para você dar uma pesquisada.

Vocês até podem achar que “peguei pesado”, mas tenho visto isto ao longo de alguns anos nas igrejas, em encontros e congressos que tenho participado.

o artigo continua em outra postagem.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Música na Igreja 2

Jovens preparados para servir ao seu Senhor com música na Igreja - part 2
Westh Ney Rodrigues Luz

Gente, recebi de um amigo esta pérola:

“Em uma loja de fotocópia ouvi o seguinte diálogo:
- E aí, continua com muito louvor a sua igreja?
- Cada vez mais. A gente quase não tem mais a Palavra.

Músicos na igreja sem Bíblia, sem conhecimento da Palavra de Deus, não tem sentido algum. É um desastre. Causam grandes problemas, pois com as emoções a flor da pele e princípios baseados em achismos ou gostos pessoais podem causar divisão, contendas e não união, comunhão.

Muitas pessoas hoje congregam em uma igreja sem saber quais as suas doutrinas. O conteúdo teológico e até doutrinário é ensinado pelas canções, cantos (hinos ou cânticos) que são veiculados pelas rádios chamadas evangélicas, que promovem cantores que são indicados pelas gravadoras, que os transformam em ícones ou ídolos, promovendo shows.

Há uma confusão reinante, pois citou Deus, fé, cruz, fogo vivificador, chuvas e alguns outros símbolos que estão na Bíblia, se os termos bíblicos estão presentes, então é digno de estar sendo cantado no culto, independente da denominação, da igreja. E muitos sem conhecimento das suas doutrinas querem empurrar ou fazer o mesmo em cultos nas suas igrejas locais. Não estou falando de jovens. Estou falando de todos que fazem assim independentes da idade.

Tocou na rádio chamada evangélica, apareceu na TV em cultos-shows, achamos que seria bom para a nossa igreja. Tem coisa para ouvir, ficar feliz, alegre, mas nem tudo serve para um culto público. Nem tudo serve para a sua igreja ou mesmo denominação. Ah, Westh Ney, mas está na Bíblia...

Gente, muitas vezes o que está lá é pinçado, selecionado, desprezando o contexto onde está inserido e que convém para quem está gravando, para o conceito ou ideologia que está por trás das músicas sacras (populares ou não).

Como é a sua Igreja? É uma Igreja Batista?
Bem, então você tem uma declaração doutrinária que ela, a igreja segue. Você conhece a declaração doutrinária da Igreja Batista?

Vou citar um pouco dela:
Nós, os batistas, dizemos e apregoamaos que somos fiéis às Escrituras. Só faz parte da comunidade, quem é convertido pelo Espírito Santo de Deus e é batizado por imersão. As igrejas batistas são livres, cooperando voluntariamente umas com as outras, mas sem um poder central.

Os batistas trabalham no Brasil e no mundo com missões, evangelismo, educação teológica, religiosa e secular e ação social. As igrejas são agrupadas por bairros próximos, estados e reunidas em associações regionais, convenções estaduais e nacionais, como forma de melhor organização e apoio umas às outras.

As resoluções destas convenções não exercem autoridade sobre nenhuma delas, funcionando apenas como sugestões ou apelos. Nós, segundo a nossa declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira, acreditamos que:

1º) A Bíblia Sagrada é a única regra de fé e conduta;
2º) A igreja é uma comunidade local democrática e autônoma, formada de
pessoas regeneradas e biblicamente batizadas;

3º) Defendemos a separação entre igreja e estado;
4º) Devemos ter absoluta liberdade de consciência;
5º) Todos são responsáveis individualmente diante de Deus;[i]

Citei só alguns princípios, mas quero ressaltar, destacar que só a Bíblia é quem regula a fé Batista, pois seus princípios registram a revelação que Deus fez em linguagem humana e sua interpretação sempre deverá ser trazida à luz da pessoa de Jesus Cristo e dos seus ensinos.

Sua igreja é assim?
Os cantos que ela entoar devem refletir isto. Se assim não for, fica sem sentido cantar por cantar. Cantar algo que não se acredita.

continua.

Música na Igreja 3

Jovens preparados para servir ao seu Senhor com música na Igreja - final

continuação...

Bem, então o que será que devemos cantar? Cantar a Palavra. A Palavra de Deus. Como saber, como escolher? Quem é a congregação da minha igreja? O que eles estão precisando aprender? Este canto (hino e cântico) é doutrinariamente correto?
As doutrinas estão corretas segundo a confissão da minha igreja? As verdades são bíblicas? Tem erros teológicos? Como é a teologia do culto? O português está correto? È bom literariamente? Que linguagens poéticas ou figuras de linguagem são usadas? Elas ajudam ou estão prejudicando a comunicação? É bonito, fácil de cantar, é clara a letra?

Puxa, quantas perguntas não? É gente, cantar no culto cristão, não é brincadeira, não. Cantar na igreja, no culto coletivo é mais sério do que vocês possam imaginar.

Com nossos cantos ensinamos, doutrinamos, consolamos, proclamamos as verdades de Deus e sua Palavra. Quando cantamos estamos orando junto, dizendo ao Senhor das nossas necessidades e tribulações. Também dizemos ao Senhor do nosso amor por ele. Quando um grupo entende e sente assim, pode ajudar e levar todo o povo a fazer o mesmo.

Os cantos não podem ser só diretamente também falando a Deus ou Cristo. Eles precisam também falar ao coração do irmão, testemunhando do poder do seu amor. Cantos de comunhão, que falem sobre as nossas diferenças e ao mesmo tempo mostrem que o que nos une é mais forte do que o que nos separa. Somos diversos, mas o Espírito Santo que nos chamou para a Salvação e para a boa obra é o mesmo. Este Espírito de Deus é que nos une em amor. E onde o Espírito de Deus habita, há amor, bondade, domínio próprio, paz, paciência, alegria, fidelidade, amabilidade. (lembram do fruto do Espírito em Gálatas 5. 22 e 23?).

Que maravilha pertencer a uma comunidade que canta assim! Com entendimento, com emoção, com clareza, com fé, com justiça. Justiça?

Sim, pois uma igreja é também uma família e quando pensamos assim não podemos desprezar todos os membros da mesma. O que todos gostam de cantar? O que sabem de cor e que já cantaram durante muitos anos e que faz parte de toda a sua História eclesiástica? Sabe, quando fazemos um almoço de família não podemos excluir o vovô ou o irmãozinho nenenzinho, pois não será um almoço de família, não é mesmo?

Deve ser assim também na Igreja. Não podemos em um culto coletivo, para toda a Igreja, selecionar ou premiar só um segmento. Precisamos pensar equilibradamente. Precisamos selecionar os cantos pensando em toda a família cristã reunida para a adoração. Não é tão difícil como parece.

Ore, conheça a sua igreja, ame todos sem distinção. Pense na importância de todos cantarem, até aqueles que quase não enxergam, que cantam de cor por isto, mas que estão lá no culto desejando entoar suas canções preferidas, querendo cantar a plenos pulmões as verdades de Deus e seu grandioso e maravilhoso amor.

Vamos cantar a Redenção do homem realizada na Cruz de Cristo.

Cantemos este amor que nos faz irmãos, cantemos sobre Jesus e seu maravilhoso olhar e perdão, seus ensinamentos, sua verdade, sua justiça, suas leis e seu caminho que não é tão fácil, mas é o único para a Salvação.

Cantemos sobre a presença do doce Espírito Santo que nos guia em toda a verdade, que nos constrange chamando cada ser humano para uma nova vida.

Jovem, que a Graça maravilhosa de Jesus esteja sobre sua vida para guardá-la de todo o mal, ensinando e guiando você para um caminho mais excelente. Não deu para falar sobre culto, ministério, louvor, adoração...
Continuaremos em outro número da revista
Paz de Deus para todos!

Westh Ney Rodrigues Luz - É profª. do Seminário do Sul/STBSB de História da Música, Gestão de música na Igreja e Culto cristão e membro da Igreja Batista Itacuruçá, Tijuca/RJ.
..............


PESQUISE MAIS:

1. Alguns links:
http://blogdawesth.blogspot.com/
http://www.batistas.org.br/miolo.php?canal=134&sub=585&c=&d=1
http://www.transmundial.com.br/noticias/noticia_inteligente.php3?id=104
http://www.pibrj.org.br/musica/partituras.html
www.musicaeadoracao.com.br/ministerio/index.htm
http://www.jorgecamargo.com.br
http://www.crerepensar.com.br/
http://www.carlossider.com.br/
http://www.cifranet.org/


2. Alguns livros:

BAGGIO, Sandro. Revolucão na música gospel – um avivamento musical em nossos dias.SP: Exodus, 1997, 196p.
BASDEN, Paul. Estilos de louvor. SP:Mundo Cristão,2000.190p
FREDERICO, Denise Cordeiro de Souza. Cantos para o culto cristão. São Leopoldo: Sinodal,1997.414p
HUSTAD, Donald P. Jubilate ! a música na igreja. São Paulo: Vida Nova,1986.310 p.
LUZ, Westh Ney e GUSMÃO, Leila. Culto Cristão – contemplação e comunhão. RJ:JUERP, 2003.204p.
MC COMMON, Paul. A música na Bíblia. Rio de Janeiro:Juerp,1963. 147 p.
SHEDD, Russel P. Adoração Bíblica. São Paulo: Vida Nova,1987. 170 p.
SILVA, Mauro Clementino. Cultos e panacéias. Curitiba: Mauro C Silva, 1966.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Agenda do Coro na Bagagem

Dia 11/11, capela do seminário do Sul, 20h15 - Rua José Higino 416, Tijuca, Rio

.....................

Dia 11/10, sábado - Oficinas e culto de gratidão 4º ano aniversário) - Igreja Batista em Mariléa, Rio das Ostras, RJ
1. Oficinas, 14h: Canto, Regência, Musicalização infantil p/ líderes e Liturgia (direção de culto/culto cristao)
2. Coro na Bagagem, 19h30min (culto )

Nesta igreja está o seminarista Renato Farias, 4º ano, que dirige a orquestra de São João e que ao final deste ano será ordenado e consagrado ao Ministério da Música para esta mesma igreja.

Notem o detalhe:
Uma igreja nova, com cerca de 200 membros,convida um seminarista de 4º ano para ser seu ministro de música. Acho ele que está lá há cerca de 3 meses. Este jovem está noivo e casa em dezembro. A igreja o acolheu e apoia este ministério trazendo para si mais este encargo.
Estão notando minhas colocações?
Como parte da programação de aniversário a igreja faz uma programação musical para festivamente comemorar.

Estes exemplos e outros de consagração de novos ministros, de convites de Igreja que surgem, trazem ares de esperança e renovação para mim. Deus seja sempre engrandecido por meio de todos os que cantam, tocam, ensinam, lideram e dirigem a música nas Igrejas batistas do Brasil abs
westh ney

sábado, 25 de outubro de 2008

Igrejas e arquitetura

Vendo algumas das igrejas de JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS dos Mórmons percebo como eles valorizam seu projeto paisagístico, em harmonia completa com a arquitetura do prédio, dá vontade de entrar e usufruir da paisagem. Provocam uma certa calma contemplativa.

Ao contrário de muitas igrejas batistas onde seus jardins -- se é que podemos chamar de jardins, parecem ter sido feitos às sobras de um espaço do tipo NÃO SABEMOS O QUE COLOCAR ALI, COLOCAREMOS UMAS FLORES. Conheço igrejas onde foram arrancadas árvores para se construirem um grande ginásio poliesportivo chamados pretensamente de igrejas. Não sou ecochato mas perde-se uma grande oportunidade de compor a paisagem e dar um conforto físico e visual para seus frequentadores. A sanha de crescimento físico no famoso troca-troca da qualidade pela quantidade, acaba também com qualquer espaço oxigenado nas igrejas.

Uma outra característica bela nas igrejas DOS SANTOS é a ausência de poluição visual. Aqueles famosos painéis ou banners, sonho de consumo dos pastores, criados por um comichão habacucado na liderança da igreja em "fazer-se ver para a comunidade" são tristes e penso que a comunidade, pelo menos alguns, querem mais é esquecer aquelas coisas terríveis que maculam a paisagem do bairro.

Aí vai uma mea culpa: fiz um painel daqueles e me arrependo grandemente.

Nós, os Batistas, temos muito boas coisas para ensinar para esse povo e também temos muitas para aprender com eles.

do Blog Genodrops, por Marcelo Leiroz, propagandista das verdades do coração e passageiro do contra-fluxo.

Bibliografia - Historia da Teologia latino-americana

Manoel Ribeiro de Moraes Junior sugere esta bibliografia, em princípio, básica para quem quer começar a estudar sobre Historia da Teologia latino-americana.

ASSMANN, H. (Ed.). René Girard com teólogos da libertação. Um diálogo sobre ídolos e sacrifícios. Petrópolis, Vozes, 1991.
AZZI, R Do Bom Jesus Sofredor ao Cristo Libertador. Brasília, SER - Editora Rumos, 1992.
BOFF, L. Jesus Cristo Libertador. Petrópolis – RJ: Vozes, 1972.
_____, L. et alii. Quem é Jesus Cristo no Brasil ? São Paulo, ASTE, 1974.
COMBLIN, J. Jesus Cristo e sua missão. São Paulo, Paulinas,1983.
DRI, R A utopia de Jesus. São Paulo, Ícone, 1986.
DUSSEL, E. Teologia da Libertação. Um panorama de seu desenvolvimento.Vozes.
ECHEGARAY, H. A prática de Jesus. Petrópolis – RJ: Vozes, 1982.
FERRARO, B. Cristologia em tempos de ídolos e sacrifícios. São Paulo, Paulinas, 1993.
_______ . Encarnação, questão de gênero? São Paulo, Paulus, 2004.
LIBANIO, J. B. Sempre Jesus. A caminho do novo milênio. São Paulo, Paulinas, 1998.
________ Panorama da teologia da América Latina nos últimos anos, Texto da Revista Eletrônica de Teologia RELAT, www.servicioskoinonia.org , p. 37, em 2002.
RICHARD, P. O homem Jesus. São Paulo, Moderna, 1992.
SANDES, L. Jesus, o libertador. São Leopoldo-RS, Sinodal, 1986.
SEGUNDO, J. L. A história perdida e recuperada de Jesus de Nazaré. Dos sinóticos a Paulo. São Paulo: Paulus, 1997.
________. El hombre de hoy ante Jesus de Nazaret. 3 vols. Madrid: Cristiandad, 1982.
SOBRINO, J. Cristologia desde América latina. Esbozo a partir del seguimento de Jesús histórico. México: CRT, 1977, 2ª. Ed.
________. A fé no Filho de Deus de um povo crucificado. Concilium 173, 1982/3.
________. Jesus na América latina. Seu significado para a fé e a cristologia. SP, Loyola, 1985.
________. Jesus, o libertador. I – A história de Jesus de Nazaré. Petrópolis-RJ, Vozes, 1994.
SOUZA, Ney de (Org.). Temas de Teologia Latino-Americana. Paulinas.
SUNG, JUNG MO – Economia e Religião: Desafios para o Cristianismo no século XXI. Introdução, p.2. Texto retirado da Revista RELAT no site www.servicioskoinonia.org/relat
TEPEDINO, A. As discípulas de Jesus. Petrópolis, Vozes, 1990.
VV.AA. A redescoberta de Jesus. Concilium No. 269, 1997/1.
_____ . Jésus et la libération en Amérique latine. Paris : Desclée, 1986.
_____. Jesus Cristo – Vocação comprometida com o Reino. SP: Clai/I.Metodist/Unimep, 1982.

Manoel Ribeiro de Moraes Junior - Diretor Acadêmico do Seminário Equatorial, Pará - ver curriculo Lattes

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Talentos Alemães - recitais de órgão

No Rio, em novembro: Theo Brandmüller e Wolfgang Kleber.

• Theo Brandmüller, dia 2/11, domingo às 12h30 horas - comemoração ao centenário de nascimento do compositor Olivier Messiaen.
Local: Igreja da Irmandade da Santa Cruz dos Militares, Rua Primeiro de Março 36, Praça XV, Rio de Janeiro, próxima ao Centro Cultural do Banco do Brasil.
Esta é uma das mais belas igrejas desta cidade e cuja inauguração, em 1811, contou com a presença do Príncipe Regente D. João. A Igreja é um dos exemplos mais vivos do "barroco mineiro", sendo os trabalhos de entalhe das paredes laterais do altar-mor ricas obras em
talha do genial mestre Valentim.

• Wolfgang Kleber, dia 15/11, sábado, às 18h, na Igreja Luterana Martin Luther, situada à Rua Carlos Sampaio 251 na Praça da Cruz Vermelha.
O programa constará exclusivamente de obras de compositores alemães: Bach, Karg-Elert e Max Reger e será executado em um instrumento que é considerado uma jóia rara na cidade do Rio de Janeiro: um órgão de fabricação alemã da firma Walcker, reconhecida internacionalmente pela fabricação de instrumentos de qualidade e sonoridade ímpar.

Os dois concertos têm entrada franca.
realização: Instituto Goethe e o Instituto de Cultura e Arte Organística.
Outras informações www.arteorganistica.org.br

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Qual a função de um regente coral?

Eduardo Lakschevitz, diz em um artigo seu que está à disposição no site da Oficina coral que

" ... a idéia de transmissão de mensagens do regente para seu grupo soma-se à capacidade de liderança como a principal função do regente.

Em O ócio criativo, texto no qual procura mostrar o fim da sociedade industrial e início de uma nova era dita pós-moderna, Domenico de Masi (2000) apregoa uma mudança radical nas relações de trabalho. A figura do gerente como supervisor do processo criativo não seria mais necessária uma vez que, através de uma série de mudanças que já podemos perceber em nossa sociedade, o próprio executor do trabalho seria capaz de fazê-lo diretamente, cortando, assim, pelo menos uma camada hierárquica nas instituições. De todos os focos de resistência a esse processo de mudança, um dos mais fortes seria o corporativismo. Seguindo o autor, gerentes não abrirão mão facilmente de seus postos, mesmo cientes de sua potencial inutilidade (Masi,1999).

Se imaginarmos a situação acima no microcosmo de um grupo coral, onde o regente se equipara ao gerente descrito, poderemos chegar a uma ótica mais aproximada da função real do regente. Perceberemos que este deve se esforçar constantemente para identificar quais de seus procedimentos são absolutamente necessários no exercício de sua liderança, tornando, assim, sua presença um fator imprescindível ao funcionamento de sua comunidade, o coro. É a atitude oposta ao abuso de autoridade.

“O melhor regente é o não-regente”, costuma dizer o Prof. Gary Hill7 aos seus alunos de regência, que, num primeiro momento, recebem a informação com um misto de indagação e até mesmo espanto. “O regente nunca é neutro: ele necessariamente está ajudando ou atrapalhando a produção da boa música”, continua ele, insistindo na importância da liderança. “Qualquer gesto seu, voluntário ou não, tem grande influência no produto final”.

Durante os concertos do III Simpósio da IFCM (International Federation for Choral Music), acontecido em Vancouver, Canadá, em 1993, chamou-me a atenção o grande número de coros cujos regentes pareciam cautelosos quanto aos “excessos” de sua atividade. Alguns até mesmo retiravam-se da frente de seu grupo, evitando, assim, quaisquer tipos de movimentos supérfluos."

Leia mais em http://www.oficinacoral.org.br/ , no site entre em CANTADOR e depois em artigos.


*Eduardo Lakschevitz - mestre em Regência Coral pela Universidade de Missouri-Kansas City (EUA). Prof. na UNIRIO. Desde 1991 atua como regente, professor e palestrante em diversos cursos e simpósios no Brasil e nos Estados Unidos. É doutorando em Educação Musical pela UNIRIO. É regente do Coro FENASEG, e do Coral da TV Globo. É pesquisador do fenômeno da liderança associado à atividade do regente coral, tema sobre o qual há dois anos realiza palestras e treinamentos. Seus arranjos e composições corais têm sido publicados e gravados no Brasil, Estados Unidos, Venezuela e Eslovênia.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

A Cidade dos Cães, filme Dogville


Gostei muito, fiquei intrigada e movida por este filme. Escrevi algo, mas o Pedro Vieira Veiga, quando ainda estudava Teologia no STBSB, fez esta resenha excelente. Aluguem e vejam o filme. Vale. Dá um bom papo.

......

A Cidade dos Cães

Penso que a chave para se compreender Dogville, de Lars von Trier, está na cara, mas é difícil de enxergar. Trata-se de saber quem são os dois personagens mais importantes. Está claro que um deles é Grace, interpretada por Nicole Kidman. Mas quem será o outro? Ora, vamos lá, o nome do filme não é Dogville? Pois então, o personagem principal é aquele cujo nome está no título do filme: o cão. O fato de, durante todo o filme, com a exceção da última cena, ele ser apenas um desenho no chão não diminui sua importância – pelo contrário, só faz aumentá-la.

Esse cão, sobre o qual falamos, chamava-se Moses. Moisés é o nome do homem que, segundo o Êxodo, foi chamado por Deus para receber a lei e repassá-la ao seu povo. Mas as coincidências não param por aí: como a vida do Moisés da Bíblia, a vida do deste Moisés não era fácil. De fato, ele era mantido com fome para que proporcionasse mais proteção contra os estranhos. E foi isto que ele fez, chamando a atenção de Tom, quando Grace entrou no vilarejo e roubou-lhe um osso. Mas Tom, ao invés de auxiliar o cão, que, cumprindo bem a sua função, latia de uma maneira diferente, recebeu Grace e abriu as portas de Dogville para que ela lá permanecesse. E Grace – o presente, o favor imerecido – detonou um processo que culminaria no fim desta comunidade.

Mas como, e por que isto aconteceu?
Não deve haver dúvida de que os cidadãos de Dogville eram figuras mesquinhas e repulsivas. Isso fica claro na análise que o próprio Tom faz de todos eles. Mas a comunidade funcionava. Eles não se feriam – pelo menos não de maneira muito atroz – e encontravam proteção na companhia uns dos outros. E isso só acontecia por um único motivo: a lei, faminta e encurralada, era ferocíssima naquele lugar. Assim, as barreiras eram mantidas e o caos era impedido de se instalar. Mas Grace desfez este sistema. Grace não vivia pela lei – ela era totalmente misericordiosa e boa. Não importa que mal lhe fizessem, Grace sempre estava disposta a perdoar.

Inicialmente, os habitantes de Dogville sequer pensavam possuir em suas vidas um espaço para acomodar tal atitude. Mas, cedendo à insistência de Grace e Tom, acabaram descobrindo algo inesperado. Era como se aquelas barreiras impenetráveis que haviam regido suas vidas simplesmente não existissem em torno de Grace. A sensação de liberdade que eles passaram a ter ao seu lado enchia-lhes o coração de alegria. Enquanto essa situação durou, Dogville nunca foi tão feliz.

Mas então algo mudou. Sem as barreiras, essas pessoas descobriram que estavam livres não apenas para gozar do que era bom, mas que estavam totalmente livres diante de Grace. Nada que eles pudessem fazer, por mais terrível que fosse, por ela seria recriminado. E então essas pessoas, diante dessa nova possibilidade que antes lhes estava absolutamente interditada, escolheram morder o fruto. Não foi sequer necessária a presença de uma serpente para incitá-los a fazê-lo. E Grace sofria terrivelmente.

De qualquer forma, mesmo essas pessoas ainda possuiam alguma essência de humanidade e, quando confrontadas com a situação, perceberam que não era possível continuar daquela maneira. E foi assim que Grace – para o grande espanto dos cidadãos de Dogville – foi confrontada, ela também, com uma escolha. Deveria ela novamente perdoar todas aquelas pessoas ou será que era chegada a hora de castigá-las de alguma forma? Inicialmente, Grace pretendia permanecer em sua postura absolutamente misericordiosa, mas seu pai chamou-lhe a atenção para o fato de que a convivência se tornava insustentável ao lado de uma pessoa com valores morais tão altos como os dela. Isso fez Grace refletir. Assim ela percebeu que, de fato, aquelas pessoas haviam feito seu melhor. Contudo, o seu melhor fora algo terrivelmente abominável. Aquelas pessoas, como apenas o pequeno Jason havia percebido muito antes, mereciam ser castigadas. Grace não quisera castigar Jason e por isso o castigo caíra sobre ela mesma, mas agora ela aprendera a lição. E assim, Grace, da mesma forma que limitara os poderes de atuação da lei, roubando-lhe o osso, entregou aquelas pessoas nas suas mãos.
Moisés, por fim, é o único que permanece vivo em Dogville, afinal ele ainda tem um papel a desempenhar: quando alguém por fim chegar àquele lugar encontrará nele o testemunho vivo do que irá acontecer àqueles que fazem pouco caso da lei.

Apesar de ser fundado sobre a dicotomia entre graça e lei, não penso que o filme de Lars von Trier seja uma alegoria legalista ou puritana. Muito pelo contrário. Trier quer mostrar que o legalismo, por si só, serve apenas para encobertar pessoas que são como feridas abertas em uma sociedade. Ele parece querer argumentar que não basta vivermos apenas pela lei, mas é necessário que vivamos também pela graça, ou seja, pelo perdão e pela misericórdia. Caso vivamos apenas com a lei, os valores maus – aqueles que ofendem os que estão ao nosso redor – facilmente se multiplicarão e infectarão toda a sociedade, enquanto ela continua vivendo sobre uma fachada de paz e cordialidade. Se andarmos apenas com a graça, esta proliferação também ocorrerá, só que na forma de um caos generalizado. Contudo, se andarmos com a lei e com a graça, a lei manterá a estrutura firme e a graça combaterá qualquer rachadura interna que possa surgir neste edifício. E é isto que Grace descobre naquele momento em que a luz lhe revela a extensão do mal que se fortalecera naquela lugar enquanto, através dela, a lei fora banida quase que completamente das consciências.

Por outro lado, o valor deste filme não para por aí. As referências à mitologia, à literatura e à consciência comum em geral são muitíssimo bem amarradas. Por exemplo: não seria Vera, mãe de Jason, uma Medéia moderna que, ao quebrar os sete bonecos de Grace, sentencia à morte seus sete filhos? E o que dizer do fato do senhor Thomas Edison estar sempre lendo Tom Sawyer de Mark Twain? Isso para não falar das particularidades que o filme tem com The Grapes of Wrath de John Steinbeck.

Pedro Vieira Veiga

domingo, 19 de outubro de 2008

Gotas de Paulo Freire

Fichamento 1 :
FREIRE, Paulo. Educação como Prática da Liberdade. 22ª Reimpressão. São Paulo: Paz e Terra, 1994. 188p.

Capítulo 1. A Sociedade Brasileira em Transição
• "Não há educação fora das sociedades humanas e não há homem no vazio". (p35)

• Esta premissa se faz necessária para justificar a importância de uma educação. Esta educação precisa conhecer a sociedade. Ela será a oportunidade de "mudança e libertação". (p36) Há 2 caminhos para seguir: ou uma educação domesticação para a alienação ou uma educação para a liberdade.
paráfrase

• É indispensável uma educação que coloque em todos a postura de auto reflexão sobre seu tempo e espaço para que se torne figurantes e autoras da sua história e não apenas espectadoras.
paráfrase

• O homem é um ser de relações e não está apenas no mundo, mas com o mundo.
paráfrase

• O ser humano é plural apesar de sua singularidade e esta sua pluralidade é sentida quando diante dos desafios encontra respostas, escolhe; se organiza escolhendo as melhores respostas e agindo.

• "(...) é o homem, e somente ele, capaz de transcender. (...) A sua transcendência está (...) na raiz de sua finitude (...) na consciência que tem desta finitude". (40)

• O homem tem consciência que é um ser finito e também inacabado e que por isso a sua plenitude vem na ligação com o seu Criador, que antes de ser dominador ou domesticador, deve ser libertado. (40)
paráfrase

• A história e a cultura são domínios do homem. (41)
paráfrase

• A posição do homem no mundo não deve ser passiva visto que ele não está apenas no mundo mas com ele.
paráfrase

• "toda vez que se suprime a liberdade, fica ele um ser meramente ajustado e acomodado (...) acomodado a ajustamentos que lhe sejam impostos. Sem direito de discutí-los, o homem sacrifica sua capacidade criadora". (42)

• "Uma das grandes, se não a maior, tragédia moderna do homem moderno, está em que é hoje dominado pela força dos mitos e comandado pela publicidade organizada, ideológica ou não, e por isso vem renunciando cada vez, sem o saber, a sua capacidade de decidir". (43)

• Guerreiro Ramos — "rinocerontismo" x "homem parentético". Homem parentético é o que se põe entre parênteses antes de definir-se para optar. É um homem crítico.Não é cético nem tímido. (45)

• "Toda relação de dominação, exploração, de opressão já é, em si violenta (...) com meios drásticos ou não. É a um tempo, desamor e óbice ao amor (...) entre os incontáveis direitos que se admite a si a consciência dominadora tem mais estes: o de definir a violência". (50)

• (...) Os fanatismos que separam os homens, embrutecem e geram ódios. (52)

• "...nas sociedades alienadas (...) as gerações oscilam entre o otimismo ingênuo e a desesperança". (53)

• "não há por que se desesperar se tem a consciência exata, crítica, dos problemas, das dificuldades e até dos perigos que se tem à frente". (54)

• substituição da desesperança e do pessimismo e do otimismo ingênuo substituídos por otimismo crítico e esperança. (54) "...Este otimismo não levará a sociedade a posições quietistas". (...) este (...) nasce e desenvolve ao lado de um forte senso de responsabilidade das elites.

• O perigo do assistencialismo está na violência do seu antidiálogo, que, impondo ao homem mutismo e passividade, não oferece condições especiais para o desenvolvimento ou a abertura de sua consciência que, nas democracias autênticas, há de ser cada vez mais crítica. (57)

• "O assistencialismo (...) é uma forma de ação que rouba ao homem condições à consecução de uma das necessidades fundamentais de sua alma – a responsabilidade". (58)

• O que importa realmente, ao ajudar-se o homem é ajudá-lo ajudar-se (e aos povos também).

• "a responsabilidade é um dado existencial (...) não pode ser incorporada intelectualmente e sim vivencialmente".

• "no assistencialismo não há responsabilidade. Não há decisão. Só há gestos que revelam passividade e domesticação do homem". (58)

• "O homem qualquer que seja o seu estado é um ser aberto".(60)

• "A criticidade para nós implica na apropriação crescente pelo homem de sua posição no contexto. Implica na sua inserção, na sua integração, na representação objetiva da realidade. A criticidade como a entendemos, há de resultar de trabalho pedagógico crítico, apoiado em condições históricas propícias".

• Quando o homem se torna massificado ele perde a liberdade, o poder de opção, tornando-se objeto e não sujeito. Ele também prejudica o seu poder criativo, assimilando idéias e fórmulas gerais e incorporando-as como suas. A possibilidade de diálogo se suprime e o homem fica dominado. A reflexão será o caminho para superar a massificação. (63)
paráfrase

• O destino do homem é humanizar-se, não coisificar-se.(64)

Leia mais alguns fichamentos que fiz e postei no site abaixo
Paulo Freire: Educação e Mudança, cap.1 e 2
www.seminariodosul.com.br/site/index.php?option=com_content&task=view&id=150&Itemid=68

Agenda - minha e dos amigos


Westh Ney:
• 09/11 - domingo, manhã - Caxias, 2ª Igreja Batista
• 22/11 - sábado, 22/11- Primeira Igreja Batista de Mesquita com o Oquyra
• 23/11 - domingo, manhã - Tauá, Igreja Batista
• 30/11 - domingo, manhã - Cachambi, Igreja Batista

Oquyra, domingo, 9/11, manhã- Igreja Batista em Moça Bonita
Oquyra, sábado, 22/11- Primeira Igreja Batista de Mesquita

Recital de Natal -Oquyra, 6ªF, 4/12, 20h - Capela do Seminário do Sul –R. José Higino, 416/ Tijuca

Wanilton Cesar Mahfuz - Concílio e ordenação ao ministério de Música,louvor e Adoração - Igreja Batista Central de Campinas, rua Dr. Quirino 930, Campinas, SP - Dias 18/11, 9h e 07/12 às 10h15

Livros

No site do Marcelo Leiroz, pequenos drops sobre livros, filmes e arte. Vale conferir.
http://genodrops.blogspot.com/

sábado, 18 de outubro de 2008

Vídeos

Mulungu - Brasil Ensemble, regência de Mª José Chevitarese
Sala Baden Powell (15/06/07) http://www.youtube.com/watch?v=1d3ds1zS1n4

Bach - BWV 147 -1.Herz und Mund und Tat und Leben, regência Nikolaus Harnoncourt. http://www.youtube.com/watch?v=wraO_FOpFJ4

Ronaldo Miranda - Belo, Belo, coro Canto em Canto, regência de Elza Lakschevitz, http://www.youtube.com/watch?v=6zlxGm724Lg

Bellini, Norma - Duetto "Sì, fino all`ore" -Amaru Soren, Larissa Krochina & Marie Basson em Karlsruhe, Germany. http://www.youtube.com/watch?v=n0H-bBgxvrM

Otto Olsson, Psalmus CXX com Brasil Ensemble, regência de Mª José Chevitarese http://www.youtube.com/watch?v=5JXwbzjnBiY

Vivaldi- Agnus Dei com Brasil Ensemble, regência de Mª José Chevitarese
http://www.youtube.com/watch?v=tmtZQW-TBrQ&feature=related

MPB - Pequenos Mozart e Amadeus,regência Suray Soren, Instituto de Cultura Rio. http://www.youtube.com/watch?v=eaxf8dex4uA

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

E-books - Editora Prazer da Palavra

Alguns livros:


FALÁCIAS DITAS PARA ENGANAR (livro eletrônico)

INTRODUÇÃO A BÍBLIA (livro eletrônico)

PRINCÍPIOS BÍBLICOS PARA A VIDA FAMILIAR (livro eletrônico)

GUIA PRÁTICO DO NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA

ENTRE O FIM E O COMEÇO (livro eletrônico)

DIANTE DAS PESQUISAS COM CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS (livro eletrônico)

ORANDO COMO JABEZ (livro eletrônico)

ACADEMIA DA ALMA 3 (livro eletrônico)

GENTE CANSADA DE IGREJA (livro eletrônico)

O MITO DA FAMÍLIA PERFEITA (livro eletrônico)

AS BEM-AVENTURANÇAS EM 3 DIMENSÕES (livro eletrônico)

O OLHAR DA INCERTEZA (livro eletrônico)

Leia mais...

Autor: Israel Belo de Azevedo - formado em teologia pelo STBSB - Seminário do Sul em 1975, bacharel em Comunicação, especialista em História do Brasil, mestre em Teologia e doutor em Filosofia. É diretor geral da FABAT /Seminário do Sul e pastor da Igreja Batista Itacuruçá, Tijuca, Rio/RJ