sexta-feira, 10 de outubro de 2014

CORAL EVANGÉLICO DE BRASÍLIA NO SEMINÁRIO DO SUL

CONVITE
HOJE, dia 10/10/14 às 20h na Capela do  STBSB - rua José Higino 416, Tijuca, Rio
Com o MAESTRO EMILIO DE CESAR
 ..............................


Programa de Concerto da Excursão de 09 a 12/10/2014.
.







Haendel, Georg Friedrich - Cantai a Deus
Lakschevitz, Eduardo, Arr. - Santo
Hayes, Mark (Arr.) - Vós Criaturas de Deus Pai
Beebe, Hank - Vós Saireis Com Alegria
Culross, David - Ama ao Senhor
Moore, Undine S.- Daniel, Daniel, Servo do Senhor
David Wright - “Gloria” da Missa Kenya
Wilberg, Mack - Meu Pastor Suprirá
Barlett, - Arr. Buryl Red - Vitória em Cristo
Greer, B. - Celebrai, Pois Cristo Vive
.
Intervalo
.
Sérgio Pimenta - Pescador
Lakschevitz, Eduardo, Arr.- Um Vaso Novo
Beethoven, Ludwig van- “Aleluia” do Oratório Jesus no Monte das Oliveiras
Fettke, Tom - A Majestade e Glória de Teu Nome
Rutter, John - Magnificat
· Deus Poderoso (Fecit Potentiam)
· O Desamparado (Esurientes)
· Gloria ao Pai (Gloria Patri)
Byron, John Smith - Digno de Ser Louvado
.............
Regentes: Maestro Emilio De Cesar e Maestrina Rita Conte
Pianistas: Cristina de Carvalho e Leila de Carvalho.
Solistas:Afonso Curado e Elizan Maulaz
................

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE BRASÍLIA - ACEB
Coral Evangélico de Brasília com 18 anos de atividades é uma ideia antiga de vários amigos e cantores de várias cidades do Distrito Federal, com o intuito de realizar e divulgar música coral e gravou seu primeiro CD no ano de 2000.
Foi criada em 17/02/2001 de “Associação Cultural e Educacional de Brasília – ACEB”, que tem, entre outros objetivos, o desenvolvimento das artes e atividades na área educacional.
.
Todo ano, são realizadas apresentações corais em templos, escolas, teatros da cidade, como o Levino de Alcântara, Sala Martins Penna e Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Cláudio Santoro, no Memorial JK, Câmara Legislativa do DF, Senado Federal, Câmara dos Deputados, Ministérios, Hospitais e apresentações em praça pública.  O grupo foi premiado com medalha de ouro no Concurso Internacional de Corais “In Canto Sul Garda”, na cidade de Riva Del Garda, nas categorias “Música Sacra” e “Spirituals/Gospel”.
.
O Coral está sob a regência titular do Maestro Emilio De Cesar, desde a fundação, da regente adjunta Rita Conte, com a correpetição das pianistas profª. Leila de Carvalho e da profª. pianista-harpista Cristina de Carvalho, preparação técnica  vocal da profaª Wilzy Carioca e conta com 60 coralistas
................................................

MAESTRO EMILIO DE CESAR, regente  itular do Coral ACEB. carioca, membro da Academia de Letras e Música do Brasil, na cadeira de n.º 54. É formado em Regência, Composição e Canto pela Universidade de Brasília (1975) e, em curso de aperfeiçoamento, em nível de pós-graduação, no Robert Schumann Institut (Centro avançado da Universidade de Colônia, Alemanha), na cidade de Düsseldorf (de 1979 a 1981), estudando com o professor Hans Kast, regente e diretor da ópera daquele Instituto, antigo assistente de Herbert Von Karajan, em Berlim.
 .
Foi professor de Regência Coral e responsável pelo Departamento Coral dos Festivais Eleazar de Carvalho, da Fundação Educacional Cultural e Artística Eleazar de Carvalho - FUNDEC, realizado na cidade de Itú até a sua Sexta edição, e a partir de 1999, sendo realizado na cidade de Fortaleza, cargo este que ocupou desde o início destes Festivais, em 1993 até o ano de 2004. De 1982 a 1985, foi o regente titular da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, hoje Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro – OSTNCS. De 1989 a 1990 e de 2000 a 2003 foi regente da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e de 1992 a 1994, foi da Orquestra Filarmônica de Goiás.
 .
Foi o diretor artístico e maestro da Fundação Orquestra Sinfônica de Goiânia e regeu numerosas obras sinfônicas, sinfônico-corais, cantatas cênicas, óperas e operetas, entre as quais constam a primeira audição mundial de “Qorpo Santo” de Jorge Antunes, a estreia mundial do Ballet “Simoa” de Lindembergue Cardoso, a estréia nacional da versão integral do Ballet “O Pássaro de Fogo” de Igor Stravinsky, a estreia mundial da cantata cênica “Sertão Sertões” de Herrera, e a versão revisada do maestro Roberto Duarte da ópera “O Guarany” de Carlos Gomes.  Tem regido várias orquestras no Brasil e no exterior e realizando várias primeiras audições mundiais de obras de compositores brasileiros, como Jorge Antunes, Lindembergh Cardoso, Ney Rosauro e outros.
.
Foi regente titular do Madrigal de Brasília, do Igreja Presbiteriana Independente Central de Brasília, do CEUB (Centro Unificado de Brasília) e do Coral da UnB (Universidade de Brasília), tendo realizado, excursões nacionais e internacionais.  Foi regente convidado dos: Coral Brasília; Coral de Annápolis, em Anápolis e Washington, USA; Coral e Orquestra da Universidade do Wyoming, nos Estados Unidos.
 .
Participou de vários Cursos de Férias dando aulas de regência coral e organizando corais, tanto em Brasília como em Nova Petrópolis, Gramado, Goiânia, Anápolis, e outros locais.
Também tem sido jurado de vários concursos de regência de orquestra, em Goiânia, Rio na OPPM e de Concursos de Corais entre os quais está o de Marktoberdorf, na Alemanha.
 .
Pelo Governo do Distrito Federal é detentor do título de Cavaleiro do Grão-Mestre da Ordem do Mérito Brasília, concedido em 21 de abril de 1984, de acordo com decreto de 12 de abril do mesmo ano. Recebeu o Diploma de “Láurea Medalha do Mérito Carlos Gomes” comemorativa do centenário de morte do compositor concedido pela Academia de Letras e Música do Brasil, no dia 17 de setembro de 1996.
 .
Recebeu o diploma da Ordem dos Músicos do Brasil, Conselho Regional do Distrito Federal pelos relevantes serviços prestados à Classe Musical, no dia 16 de dezembro de 1996.
Recebeu o título de Cidadão Honorário de Brasília em sessão solene da Câmara Legislativa do Distrito Federal no dia 23 de novembro de 1999.  É detentor do título de Comendador do Grão-Mestre da Ordem do Mérito Cultural do Distrito Federal, recebido no dia 07 de dezembro de 2000.


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Cristão e a Cultura de Michael Horton

Introdução:
Por vezes os hinos me confundem. Eu me lembro bem, quando garoto, de ficar confuso com dois hinos populares que me pareciam totalmente contraditórios. O primeiro era "Aqui não é meu lar, um viajante sou", e o outro era "O mundo é do meu Pai". Se o mundo é do meu Pai, eu pensava, porque estou apenas passando por ele como viajante?


    Mas os hinos não eram a única coisa a confundir no negócio de relacionar-me como cristão no mundo. Esperava-se dos cristãos que justificassem tudo nas suas vidas pela sua utilidade espiritual ou evangelística. No máximo, a educação, atividades, vocações ou buscas "seculares" eram um mal necessário -- para se ganhar a vida, para ter com que dar o dízimo e dar para missões. Na pior das hipóteses, distraíam da vida cristã. Agiam como a canção da Sirene seduzindo mundaninhos insuspeitos aos recifes da incredulidade e do afastamento de Deus. Assim, os que queriam ser empresários procuravam empregos em organizações e agências cristãs. Se descobríssemos um pequeno Rembrandt num jovem artista da igreja, nós o colocávamos como responsável pelo quadro de avisos e (se ele fosse realmente bom) deixávamos que pintasse o batistério. Esperava-se dos nossos cientistas que promulgassem a causa do criacionismo -- mesmo que a cosmologia ou as ciências biológicas e antropológicas não fossem suas especialidades. Dos músicos esperava-se que entrassem (ou formassem) na banda de louvor ou fizesse uma turnê pelas igrejas do país -- o tamanho da igreja, claro, dependia do grau de talento do artista. Através dos anos, temos criado os nossos próprios guetos de artistas, super estrelas e apresentadores, com versões cristãs de tudo que há no mundo.

    Essas experiências, porém, não se limitam ao nosso tempo e lugar. A Renascença, e de modo especial, os tempos da Reforma foram reações ao modo medieval de encarar a vida. Para a igreja medieval, filosofia, arte, música e ciência se confundiram tanto com a religião que não dava para distinguir uma da outra. A filosofia não era, na realidade, filosofia, A Renascença demonstrou como a interpretação da igreja medieval de Aristóteles e Platão (os favoritos) era diferente dos escritos daqueles filósofos. Se alguém quisesse ser artista, mais uma vez procurava-se a igreja para um emprego, como a arte era ferramenta da pregação ou do ensino da vida e dos tempos de Jesus e seus apóstolos. E os sofrimentos de Copérnico e Galileu nos lembram do perigo de dizer mais do que a Bíblia diz sobre teorias científicas específicas.

    A Reforma libertou homens e mulheres cristãos para seguir com dignidade e respeito os seus chamados divinos no mundo, sem ter que justificar a utilidade desses chamados à igreja ou ao empreendimento missionário. A vocação era dom da criação. Até mesmo os não cristãos, como quem carrega a imagem de Deus, possuíam este chamado divino. Crente e incrédulo eram igualmente responsáveis por desenvolver seu trabalho com excelência -- um reconhecendo a Deus como autor e alvo dessa excelência, e o outro servindo a Deus com seus talentos apesar de sua recusa em reconhecê-lo como doador e alvo de tudo. Em contraposição à visão monástica do mundo, a Reforma promulgava uma teologia que abarca o mundo, um dos fatores principais no desenvolvimento da ciência, da Era Dourada" da arte holandesa e da literatura inglesa e escocesa, a libertação da igreja da política, a difusão universal da leitura e da escola pública, e o grito por liberdades civis em contraposição ao fundo da tirania vigente.

    É claro, não existe movimento perfeito -- há envolvida em todos gente demais parecida conosco! A Reforma não é exceção, com sua parcela de erros e os disparates de homens e mulheres pecadores. Contudo, os temas bíblicos por ela recuperados trouxeram de volta ao povo de Deus um senso de pertencer a este mundo durante o tempo que Deus nos deu, mas pertencer dentro de , e não como parte do mundo.

    A pressão de justificar a arte, ciência e a diversão em termos do seu valor espiritual ou sua utilidade evangelística acaba prejudicando tanto o dom da criação quanto o dom do Evangelho, desvalorizando o primeiro e distorcendo, no processo, o segundo. Por exemplo, "música cristã" é freqüentemente uma desculpa para artistas inferiores conseguir vencer numa sub cultura cristã que imita o brilho e glamour do entretenimento secular, inclusive suas próprias cerimônias de premiação e seu ambiente de super estrelato. Pode ser que essa não seja a intenção por parte de muitos artistas que querem contribuir ao cenário da música cristã contemporânea, mas a indústria acaba produzindo, na maioria, imitações nada criativas, repetitivas, superficiais da música popular. Produzir música em conformidade com os gostos anestesiados duma cultura consumista já é ruim; imitar a arte comercializada é desperdiçar os talentos, a não ser que se esteja escrevendo para o rádio e a televisão. Trivializa tanto a arte quanto a religião. Não quero com isso condenar todos os artistas cristãos, pois há muitos musical e liricamente sofisticados o bastante que integram uma compreensão séria da mensagem bíblica com um estilo musical criativo. Também não quero que sejamos "esnobes" musicais que confundem seu gosto particular com a Palavra revelada de Deus. Afinal de contas, freqüentemente "a verdade está escrita nas paredes do metrô", o equivalente arquitetônico da música popular. É esta uma das razões pelas quais eu aprecio a música popular de vez em quando, em parte porque é agradável e traz lembranças de tempos passados. Mas é uma forma inferior, dirigida comercialmente (noutras palavras, financeiramente) que se rebela contra os padrões mais altos da expressão artística.

    Essas pressões, porém, para se criar versões distintamente "cristãs" de tudo no mundo (ou seja, na criação), pressupõem que exista algo essencialmente errado com a criação -- e essa é uma pressuposição teológica que tem influência muito maior na formação das atitudes evangélicas em todas essas esferas do que geralmente se admite. Examinaremos essa posição básica nos próximos capítulos.

    Permita-me dizer de início que este livro não é uma análise sofisticada da base teológica de uma visão cristã do mundo ou da natureza das artes, ciências, filosofia e assim por diante. É para o leitor geral, especialmente para aqueles crentes que lutam com uma sub cultura que abafa ao invés de encorajar seus impulsos e suas ambições divinamente dotadas. Nesse sentido, é um livro pastoral. É oferecido com esperança de que os teólogos aprendam mais sobre outras disciplinas e que cristãos nessas outras disciplinas se ancorem mais firmemente sobre a teologia bíblica antes de tentar "integrar" sua fé e vida. Mas não obstante a posição do leitor em relação a esses tópicos -- seja ele um esteta de muita cultura ou uma mãe cristã que quer saber se sua filha pode cursar com segurança uma universidade secular -- haverá poucos desafios às idéias prevalecentes no mundo evangélico e aqui e ali algo em que pensar um pouco mais.

    Para iniciar, quero definir alguns termos, Primeiro, estarei usando o termo "cultura" no seu senso mais amplo, referindo-me tanto à cultura popular (esportes, política, ensino público, música popular e diversões, etc. e a alta cultura ( horticultura, academicismo, música clássica, ópera, literatura, ciências, etc.). Uma definição útil e abrangente de "cultura" para nossa discussão pode ser "a atividade humana que intenciona o uso, prazer e enriquecimento da sociedade". Segundo, por "igreja" estou dizendo a igreja institucional, -- "onde a Palavra de Deus é pregada e os sacramentos são administrados corretamente", como diziam os reformadores. Quando, por exemplo, se diz que a igreja não deve confundir sua missão com as esferas da política, arte, ciência, etc., não se está sugerindo que os cristãos como indivíduos devessem abandonar esses campos (muito pelo contrário), mas que a igreja como instituição deve observar a sua missão divinamente ordenada. Essa igreja institucional deve ser entendida como expressão visível do corpo universal de Cristo através de todos os séculos e em todo lugar. A igreja institucional recebeu a comissão única de pregar a Palavra e fazer discípulos, Meu emprego da palavra "igreja", portanto, não é apenas uma referência ao corpo coletivo de cristãos individuais, mas ao organismo vivo fundado por Cristo, ao qual foi confiado o seu próprio ministério pessoal.

Onde comprar: http://www.portaldelivros.com.br/default.asp?Pag=5&Destino=Template&CodigoAfiliado=3680&Codigo_Produto=170446

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

2. ARTE - Como a Arte Fez o Mundo - Episódio 1 da BBC

ARTE - dicas de links interessantes e bons

2. ARTE - Como a Arte Fez o Mundo - Episódio 1 - Mais Humano Do Que O Humano  - BBC
Grande aula sobre ARTE na BBC - Como a Arte Fez o Mundo - Episódio 1 - Mais Humano Do Que O Humano (2005) - "Existe uma imagem que domina o mundo contemporâneo como nenhuma outra: o corpo humano. "Como a Arte Fez o Mundo" viaja desde o mundo moderno da publicidade aos templos da Grécia clássica e túmulos do antigo Egito para desvendar o mistério por trás do motivo de os humanos se rodearem de imagens do corpo que são tão irreais. 

1. ARTE_ Van Gogh

-  ARTE - dicas de links interessantes e bons

1. ARTE_ Van Gogh
-
" Vincent Willem van Gogh (Zundert, 30 de Março de 1853 — Auvers-sur-Oise, 29 de Julho de 1890) foi um pintor pós-impressionista neerlandês, frequentemente considerado um dos maiores de todos os tempos.

Sua vida foi marcada por fracassos. Ele falhou em todos os aspectos importantes para o seu mundo, em sua época. Foi incapaz de constituir família, custear a própria subsistência ou até mesmo manter contactos sociais. Aos 37 anos, sucumbiu a uma doença mental, cometendo suicídio.

A sua fama póstuma cresceu especialmente após a exibição das suas telas em Paris, a 17 de Março de 1901.

Van Gogh é considerado um dos pioneiros na ligação das tendências impressionistas com as aspirações modernistas, sendo a sua influência reconhecida em variadas frentes da arte do século XIX, como por exemplo o expressionismo, o fauvismo e o abstraccionismo.

O Museu Van Gogh em Amsterdã é dedicado aos seus trabalhos e aos dos seus contemporâneos."
http://youtu.be/Rve77XDdK0I


..

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Brasil e Colômbia, e o jogo nosso de cada dia

 por Westh Ney Luz, Copa 2014

Gente, jogo começou e eu... muda, silenciosa.  Nem no primeiro gol gritei que é o que sei fazer melhor. Temos um apito para chamar pato que é um escândalo. Eu sempre o uso. Desta vez ficou na mão do Marcelo Leiroz. Percebi que não daria para suportar estas emoções.

No intervalo fui pra cozinha fazer um bolo simples para café. Fiz tudo com muita calma. As mãos trabalhando me acalmavam mas meus ouvidos ligados nos gritos do Marcelo: 
- "Fred pára de fazer isto. Fred pára de fazer corta luz! Tira o Hulk! Felipão teimoso!
Não sei o que é isto mas como ele é um bom jogador acreditei, e continuei no bolo. Não consigo fazer um bolo simples e coloquei castanhas de caju e do Pará. Brasil fez gols e fiz um grande gol com este bolo. Ficou fofo e GRANDE.

Acontece o 2º gol, saio correndo, a tempo de ver o mesmo gol pois a ESPN tem um intervalo diferente da Globo..  Ah, e aquele apito? Marcelo colocou a cabeça para fora da janela e apitou com toda a força que a parte de dentro do apito responsável pelo barulhão voou pelos ares. Deve estar em algum telhado ou no chão do prédio. Amanhã verei se algo restou dele depois da queda do 8º andar. A cara do Marcelo Leiroz foi hilária.

Termina o jogo e então volto ao meu normal - grito muito!!! Feliz por eles, pelo povo, pelo Thiago Silva, David Luiz e triste pelo Neymar - muito novinho e perseguido e marcado por muitos. Triste pelos cartões que deveriam ser dados e não foram, pelas punições que não foram arbitradas...

Bem, voltemos ao bolo. 
Fiz “um café pra nós dois” e saboreamos.
A vida volta ao normal aqui em casa.
Cuido da cozinha e Marcelo vai trocar os cordões do secador de roupas. Faz tudo muito direitinho e perfeito e sozinho. Nem preciso ajudar. Só na hora de escolher onde marcar os nós. Um nó bem alto para lençóis, dois para pegar um ventinho que vem da janela lateral, um para a altura dele e outro para mim. Como ele é meticuloso e cuidadoso...

Fim de noite, helicópteros e rojões por Copacabana, ver todos os canais que comentam o jogo, ficar indignados e tristes pelo Neymar e vamos nos divertindo com o cotidiano das nossas vidas. 

No ar as calamidades do Sul do país causadas pelas chuvas, a tragédia do viaduto que cai e tira dois jovens inocentes deste mundo. Quantos estão sofrendo em muitos lugares enquanto a boa rola nos gramados. É a vida. Tudo acontece ao mesmo tempo. 
Sabedoria é saber a hora de rir e chorar. 
É saber discernir o tempo de cada coisa.
Só pra não dizer que só falei de flores, 
vale lembrar as eleições que estão chegando 
e os conchavos, falando mais leve – as alianças!
Olho vivo gente!
.
OBS:  para quem quer fazer este bolo segue a receita do bolo simples para o café

1. Ingredientes:
1x e 1/2 de açúcar, 
3 x. de farinha de trigo, 
4 colheres de manteiga, 
1x e 1/2 de leite, 3 ovos, 
1 colher de sopa de fermento,
 raspas de laranja, 
um punhado de castanhas de cajú e do Pará.

2. Desenvolvimento
 Bata as claras em neve.
No liquidificador, bata bem as gemas com a margarina e o açúcar e coloque o leite e as raspas de laranja. 
Em outra vasilha coloque a farinha peneirada e misture o líquido devagar e também as castanhas. 
Por último as claras em neve e o fermento
Coloque em forma grande de furo central untada e enfarinhada
Asse em forno médio, pré – aquecido, por mais ou menos 40 minutos
................

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Dois momentos bem diferentes.

Westh Ney Rodrigues Luz, 03/07/2014

Ato 1 - 12h40 - Ontem almocei com minha mãe em um restaurante no Méier onde já estive em outras ocasiões.O tratamento da caixa e da recepcionista foi deprimente comigo. Que lástima.
Saí de lá pensando que são umas infelizes vivendo vidas miseráveis e talvez tenham sido incapazes de esboçar um leve sorriso de canto de boca ou mesmo um jeito receptivo de receber as nossas comandas e o dinheiro. Dinheiro que paga o salário delas. Não voltarei mais lá. Não recomendarei nunca.
.
Ato 2 - 17h35 - Recebi uma carona antes do local previsto (Metrô da Pça Saens Pena) e passando perto de uma padaria que nunca tinha entrado, senti uma vontade de tomar um café de padaria com algo gostoso pois o almoço tinha sido intragável e até chegar em casa levaria quase 1 hora.
Padaria cheia, eu sem saber ainda o que escolher fui atendida por um jovem com sorriso e delicadeza total no jeito de falar. Comprei meus pãezinhos e fui sentar no balcão lotado. As duas atendentes em nenhum momento foram ríspidas com ninguém. Eu sou um prato cheio, aliás uma xícara para deixar alguém nervoso. Pois o meu café tem que ser com leite mas com quase o cheiro só. Um café com leite sem gosto de leite. A Nica Drummond, do Restaurante do Seminário do Sul sabe como é. 
Pois não é que a atendente foi extremamente amável. Na caixa ao pagar, só tranquilidade. Fiquei tão contente de ver pessoas que sabem cuidar de si mesmas, das suas emoções e respeitando as dos outros. Podem ter milhares de outros sonhos, talvez estejam pensando em mudanças de emprego, talvez morem longe, mas elas sabiam trabalhar com pessoas e honravam suas funções. 

Lembrei de minhas conversas com Carla Micheline Thomazi sobre administração e fui parabenizar a gerente ao final do meu lanche. Procurei-a e disse da alegria de ser atendida por funcionários bem educados e felizes, bem treinados. Parabenizei a gerente , pois é responsável pelo clima e treinamento de seu pessoal.
Trouxe um mini bolinho de aipim com coco para Marcelo Leiroz e um endereço que quero guardar e voltar, além de recomendar.
Apareçam lá e constatem: 
Casa do Pão, na rua Desembargador Izidro, 23, Tijuca, Rio. 
Pães e bolos gostosos e funcionários elegantes no trato.

Eu, o taxista e a Rural Willys.

por Westh Ney R. Luz, Rio 03/07/14

Hoje de tarde, no táxi, o papo foi muito bom... 
O taxista, talvez 30 e poucos anos, eu com experiências de mais de meio século, conversamos muitos e sobre carros. Tudo começou quando na rua Barão de Mesquita, parados no sinal da Uruguai eu vi uma Rural Willys sendo reformada, restaurada. Uma lindeza. Vinho e branca. Isto me levou ao final dos anos 60. 

Lembrei então do meu pai e seu Aero Willys bege (ou cinza?). Era imponente e papai tinha uma pose e tanto. Que carro forte, pesado. Bem... uma vez ficamos na serra de Petrópolis parados esperando o carro esfriar... e pegando água da bica que corria por lá...

O Aero Willys era um carro pesado e quem não queria se espremer dentro de um besouro (Fusca, 1959) ou no Renault Dauphine(1956), este era uma opção. Este foi um projeto que parece que não deu certo nos EUA e então veio para o Brasil. Fabricado pela Willys dos EUA, com os componentes mecânicos dos Jeeps Willys (6 cilindros) veio para ser montado no Brasil e com 4 portas.

Depois pulei para o Simca Chambord (frances) produzido por volta de 1958 e 1961. Ele não conhecia o Simca. Ele era uma versão maior do Aero.  O taxista conhecia o DKW - ô carrinho feio e o Gordini, mas o Dauphine não. Não consegui explicar para ele a diferença de um para o outro. 
O Gordini (1958) veio substituir o Dauphine, ambos da Renault.  Este era mais potente e parecia impossível 4 pessoas dentro dele. Andei muito de Gordini, mas era adolescente e jovem.
Conheci estes carros por volta dos meus 12 anos (1963). Circularam muito tempo ainda...
O nome do homem importante e que possibilitou isto foi Juscelino Kubitschek - o presidente JK

Falamos do Corcel e do Corcel II (Ford). Este último eu gostava muito. O papo foi ótimo e me trouxe muitas lembranças... Rodando pela Tijuca e relembrando tudo isto foi bom demais

Fomos evoluindo o papo e saindo dos carros e indo para os telefones fixos, do investimento que era ter várias linhas telefônicas, falamos dos tijolões celulares, a dificuldade em comprar. Lembram da linha que vinha de Minas?? Fichas telefônicas, que foram substituídas por cartões e que muitos colecionavam quando era de todo usado... Antes da Telerj era a CTB - Companhia Telefônica Brasileira. pelo Rio ainda podemos ver tampas de ferro com a marca CTB pelo chão.

Falamos da máquina de fazer gelo, das aulas de datilografia que ele teve que fazer e falamos rapidamente dos computadores, pois infelizmente cheguei ao meu destino, que era a Capela do Hospital Evangélico para o ensaio do coro. Estava na casa da minha mãe e este trajeto faço de ônibus mas como estava muito cansada fui de táxi. Maravilha, quando cheguei ao destino estava renovada com lembranças boas e a constatação que é muito bom viver muito e conhecer muitas coisas, vivenciar tantas mudanças e ainda ficar feliz e não nostálgica. 

Que maravilha ter vivido e visto tudo isto! 
Tem muito mais, mas a vida é curta...
Curta para vivermos tudo que existe 
e muito mais curta ainda para ficar recordando tudo que vivemos...
Isto é quase viver duas vezes...