Westh Ney Rodrigues Luz Lendo recentemente um texto sobre Estética e História da Arte veio logo á minha memória dois casos que vivenciei. O primeiro aconteceu no Metrô do Rio. Uma mulher me abordou quando lia o livro " Apreensão do Belo" de Meltzer e Williams. Perguntou-me se era sobre a prisão do Belo (o cantor). Fiquei sem ação e simplesmente respondi não. Não havia espaço para uma discussão filosófica dentro de um transporte coletivo, ainda mais quando ela pergunta isto bem alto. Os parâmetros culturais que ela trazia não me trouxe tranquilidade para discutir ali o quê ou quem era o Belo em questão. O segundo caso que me trouxe perplexidade foi ver em um Colégio tradicional e particular da Zona Sul do Rio de Janeiro – onde lecionei Educação artística – as professoras das turmas e as de arte sendo obrigadas pela direção retocarem as pinturas e os quadrinhos feitos pelas crianças. De maneira alguma estes objetos poderiam ser enviados aos pais, era a or...