segunda-feira, 11 de novembro de 2013

SEMANA DA MUSICA - FABAT/STBSB

TRÊS EVENTOS 
Data: 11 a 13 de novembro de 2013 (segunda a quarta)

1- Dia 11/11/13 - 19h - MOSTRA DE MÚSICA - " Nossa Música na Colina"
I Mostra de Música Popular Brasileira da FABAT" - composições musicais de alunos de teologia e Música da Faculdade/Seminário do Sul
- Organizado pela turma de gestão II, na matéria EVENTOS

HOJE - Nossa Música na Colina - 1º evento da Semana da Música no Seminário do Sul/FABAT
I Mostra de Música Popular Brasileira composições dos alunos de teologia e Música da Faculdade/Seminário
Capela do Seminário do Sul // Rua José Higino, 416, Tijuca, Rio - Entrada Franca
tel.: 2157-5577

Onze - 11 compositores com suas músicas novas - 
1    
Leo Guimarães
O Preço do amor

Camila Silva
Seu Nome é Jesus
Vida

Caio Rios/Mari Wondracek
Graça Imerecida

Irene Azevedo
A desejada Paz
Quem é?

Horley Oliveira
Santo é o Senhor
O Filho do Homem

Alceny  Oliveira
Dois ou Três
A Diferença

Everton Louvize
Cristo, o Redentor
Estás presente aqui

Alex Calixto
Em Família
Poeta da criação

Julianna Helena 
Eu quero te adorar
Um momento a sós

Diogo Silva
Serviço

Clarindo Júnior
A desejada Paz
Quem é?

* Teremos declarações de atividades complementares para alunos de outras faculdades.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

I Simpósio de teologia no Seminário do Sul - Russel Shedd



Amigos, na quinta, 19/9/13 foi o último dia  do Pr. Shedd.  Fiquei muda ao final, só ouvindo e vendo o homem piedoso e que acredita no que vive desde sua meninice. Queria tirar uma foto com ele mas nem isto consegui. Foi uma contemplação... 
.
Em resumo, ele disse para vivermos segundo a Palavra, pregarmos a Palavra e com forças retiradas da Graça e da Cruz. Falou do seu tempo de capelão em navios, onde ele conheceu um outro que revezava com ele, que conseguia na sua mensagem diária todo o tempo não falar em Deus, em Cristo e nem no texto bíblico... muitos pregam sobre tudo menos a Palavra, disse ele. 
.
Terminou dizendo que gostaria de chegar ao céu, abraçar o apóstolo Paulo e dizer para ele da emoção e da alegria, agradecendo sobre esta sua última carta que escreveu. Aliás, eu, westh ney, não quero minimizar toda a carta (Timóteo) mas o que, particularmente mais gosto é do final, quando já perto da sua morte, pede que aquele jovem que o tinha abandonado e que ele mesmo não o desejava perto em outra ocasião venha até sua prisão. Ele acaba entendendo o que Barnabé já tinha percebido - que João Marcos era bom e que podia mudar ou aprender. Então pede nesta carta, que Marcos leve para ele a capa para se aquecer do inverno, os livros para aquecer o intelecto, a mente e o próprio Marcos que seria útil no ministério dele. Penso em João Marcos como os amigos que queremos e precisamos quando estamos nos nossos invernos... foi uma semana de muitas emoções.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Simpósio Internacional de Manuscrito Antigos e Teologia

Simpósio Internacional de Manuscrito Antigos e Teologia
FABAT/Seminário do Sul , nos dias 5, 6 e 7 de agosto. 
Com Adolfo Hoitman (Curador do Museu dos Manuscritos do Mar Morto) , 
Yehuda Rochmann (Prof. Universidade Hebraica de Jerusalém) e 
Luis Sayão (Mestre em Língua Hebraica e Cultura Judaica e diretor da FABAT/STBSB) 

Organizado pela Faculdade Batista do Rio de Janeiro (FABAT) e permitirá aos participantes conhecer e aprofundar seus conhecimentos em manuscritos antigos, além de proporcionar uma visão sobre a sociedade judaica na Terra de Israel durante o Período do Segundo Templo, a época do nascimento do cristianismo e do judaísmo rabínico. Programação

Dia 5 de agosto, segunda-feira
16:00 às 17:00 - Credenciamento 
17:00 às 18:30 - Mesas de Comunicação
18:30 às 19:00 - Abertura e Momento de boas-vindas
19:00 às 22:00 - I Conferência Maior: Prof. Luiz Sayão - Tema: O Contraste entre a cosmovisão hebraica e grega

Dia 6 de agosto, terça-feira
17:00 às 18:30 - Mesas de Comunicação
18:30 às 19:00 - Momento de boas-vindas
19:00 às 22:00 - II Conferência Maior: Yehuda Rochmann (Prof. Universidade Hebraica de Jerusalém) - Tema: Situação Social e Política em Israel na Época do Segundo Templo

Dia 7 de agosto, quarta-feira
17:00 às 18:30 - Mesas de Comunicação
18:30 às 19:00 - Momento de boas-vindas
19:00 às 22:00 - III Conferência Maior: Adolfo Hoitman (Curador do Museu dos Manuscritos do Mar Morto) - Tema: A importância dos Manuscritos do Mar Morto
22:00 às 22:30 - Entrega dos Certificados e Encerramento do Colóquio

O simpósio destina-se teólogos, biblistas, historiadores, pastores, educadores, alunos de Graduação, alunos de Pós-Graduação, professores e demais interessados nas áreas de Teologia, Ciências da Religião, Literatura, Letras, Histórias e áreas afins.. Feira de Livros, sessão de autógrafos e mesas de Comunicação.

TODAS as Informações: http://www.fabat.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=175%3Asinposio-agosto&catid=48%3Anoticias&showall=1

Local: Rua José Higino 416, Tijuca



quarta-feira, 29 de maio de 2013

"Human Requiem"

Meu amigo Marcus Paranaguá enviou este relato do seu amigo Gustavo de Sá sobre o Human Requiem . Apreciem. É emocionante pensar no Requiem e imaginar como ele foi feito nesta ocasião. Abraços
westh ney
........................................................................
Marcus

Fui assistir a um concerto hoje e quase tive um troço. Como não o tive, a primeira coisa que eu pensei foi que tinha que lhe relatar o que aconteceu.
O programa era o pujante e imbatível Rundfunkchor Berlin apresentando um espetáculo chamado "Human Requiem", que era apenasmente o nosso muito amado Réquiem Alemão, na versão com acompanhamento de piano a quatro mãos. Só isso já valia o ingresso. Mas o previsível acabou aí.

O concerto não foi num teatro, mas num importante espaço para arte contemporânea montado num galpão gigante na beira do rio. Na entrada, junto com o controle de ingresso, recebemos a instrução para tirar os sapatos. Entra-se na sala e... não há cadeiras. Não há lugar para sentar. Umas quinhentas pessoas em pé num galpão gigante com um piano no meio.

Nada de o coro dar as caras. Os pianistas chegam, atacam a peça e, de repente, as vozes começam a soar. Do lado da gente, no meio do público. O casal que estava do meu lado esquerdo, por exemplo, tão bonitinho, abraçadinho, eram um tenor e uma contralto. Do meu lado direito, um tenor e um baixo até então sentados no chão se levantam. E aquele povo, que não é mais aquele monte de artistas intocáveis, é gente como a gente, vestida
como a gente, começa a circular, olhando o público nos olhos e cantando o magnífico *Selig sind, die da Leid tragen*.

A partir daí, foi uma hora e quinze minutos do Réquiem Alemão mais lindo que eu vi e ouvi na vida. Sem a orquestra para fazer concorrência e com os cantores tão próximos do público, o texto estava mais compreensível do que nunca, e a mensagem chegava direto a cada espectador. O Réquiem Alemão tornou-se realmente *humano*, muito mais intenso do que aquilo que a gente vê no palco quando está sentado na platéia. Com esse conceito, imagine o que não foram as fugas do terceiro e do sexto movimentos, e o final, quando
o coro convida o público, que também passeou um bocado durante o concerto (por isso se tiram os sapatos), a se sentar no chão. Com todo mundo sentadinho, o coro cerca o público todo e solta o *Selig sind die Toten*, com as luzes se apagando até o último acorde, já totalmente no escuro. Depois foi um silêncio interminável, de longos minutos. De dar medo de aplaudir.

Nunca vi um espetáculo que mostrasse uma compreensão tão profunda de uma obra musical e que soubesse transmitir esse conteúdo de uma forma tão original e, ao mesmo tempo, tão respeitosa e tão impactante. E logo de que obra. Esse era o Réquiem Alemão que *você* tinha que ver, e que saberia apreciar mais do que ninguém.

Abraços,
Gustavo
...........................................................................
Vejam a entrevista sobre os ensaios e todo o trabalho de corpo - 



Podem ser encontrados mais vídeos  com o Rundfunkchor Berlin http://www.youtube.com/user/RundfunkchorBerlin?feature=watch

***************************
Vejam esta outra interpretação - 

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Memórias - Colégio Batista Brasileiro, Rio e Santos Dumont, Fortaleza, Ceará


Tem tempo que não escrevo. Ando cansada e o facebook me rouba a energia...rsrsrsrsrs
Desde ontem estou pensando e rememorando algumas coisas...

Colégio Batista - durante minha vida profissional trabalhei em dois. 
No Colégio Batista Brasileiro, na Conde de Bonfim na Tijuca/ Rio, com o querido diretor Joaquim Silva, que quando me contratou disse para eu não fazer uma revolução no Colégio. Ele tinha sido meu diretor na ACM quando eu era estudante do Científico e quando havia uma efervescência política na época, final dos anos 60 e fechamento dos centros acadêmicos e passeatas pelo centro do Rio. No Batista Brasileiro lecionei História para o antigo fundamental (da 5ª a 8ª série) nos anos 80. 

No Colégio Batista Santos Dumont, Aldeota, Fortaleza - trabalhei com música (educação musical) e no Centro de Artes de lá. Da 5ª série até o 2ª grau. Foi um trabalho diferente. O diretor José Milton de Cerqueira era um visionário. Um dia lhe questionei pq estava recebendo já passado um mês sem estar nas salas e ele me respondeu: - Vc não sabe que ganhamos por pensar? Eu não te pedi pra conhecer e pensar um plano e uma metodologia para meus alunos que vivem em Fortaleza, na Aldeota, com padrão X, que viajam pelo mundo e que passam os finais de semana em volta da piscina com churrasco e um tipo de música. O que vc tem para eles? 

As aulas eram em um estúdio com ar condicionado e conforto, com filmes e toda a mídia que podia ter na época.Tinha conhecido o artista alemão Rolf Gelewsky que tinha uma proposta revolucionária de educação musical voltada para a escuta (Estruturas sonoras) com exercícios de concentração e unificação com base em audições (escutas) específicas de música e na movimentação reduzida do corpo. Foi difícil... Em cada série tive que fazer adaptações. Em algumas tive que partir da História do Rock, que tinha em vídeo chegando aos Beatles, RPM até chegar na MPB. Em algumas séries ao colocar em palavras escritas ou desenhadas o que percebiam por meio da música dependendo eu encaminhava para o SOE - órgão responsável inclusive para atendimento psicológico dos alunos. Existiam coros. Em um deles orientei o trabalho e uma cantata linda sobre a Arca de Noé e participamos de grandes eventos corais da cidade. Quando cheguei lá já encontrei evento chamado Modernidade (acho que era isto) onde os alunos criavam um tema e o desenvolvia com danças, música, teatro... 

Aprendi muito nesta Escola - a Escola da Vida (Lema do Colégio Batista de Fortaleza/José Milton) Tem mais coisas - o Centro de Artes, o Hino nacional (acho que era na 2ª ou na 4ª) Pátio cheio, alunos hasteando a bandeira e eu lá. Trabalhei lá de 1983 / 1991. 

Ah... esqueci de muita coisa inclusive das aulas com o Pedagógico. Preparando alunas com o 4º ano para lecionarem em educação infantil utilizando a ferramenta música

Memórias...

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

A importância da pregação expositiva

A importância da pregação expositiva para o crescimento sadio da igreja  
Rev. Hernandes Dias Lopes
Referência: Neemias 8.1-18

INTRODUÇÃO
1. O crescimento da igreja é um dos temas mais discutidos na atualidade

2. Há dois extremos perigosos quanto ao crescimento da igreja
a) Numerolatria –
b) Numerofobia – 

3. A sedução do pragmatismo na busca do crescimento da igreja

4. O testemunho irrefutável dos fatos

5. Os grandes perigos que atentam contra o crescimento da igreja
a) Liberalismo teológico –
b) Sincretismo religioso – 
c) Ortodoxia morta – 
d) Superficialidade no Púlpito –

6. Vejamos um modelo bíblico de pregação expositiva para o crescimento saudável:

I. O AJUNTAMENTO PARA OUVIR A PALAVRA DE DEUS – v. 1-2

1. É espontâneo – v. 1
2. É coletivo – v. 2,3
3. É pontual – v. 3
4. É harmonioso – v. 1
5. É proposital – v. 1

II. A SUPREMACIA DA PALAVRA DE DEUS
1. O pregador precisa estar comprometido com as Escrituras – v. 2,4,5

2. O pregador precisa estar comprometido com o Deus das Escrituras
a) Piedade –
b) Fome de Deus – 
c) Fome da Palavra – 
d) Paixão – 

3. O povo precisa estar sedento das Escrituras – v. 1,3

4. Atitudes do povo em relação às Escrituras
a) Ouvidos atentos (v.3) –
b) Mente desperta (v. 2,,3,8) – 
c) Reverência (v.5) – 
d) Adoração (v.6) –

III. A PRIMAZIA DA PREGAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS
1. Ler o texto das Escrituras – v. 2,3,5
2. Explicar o texto das Escrituras – v. 7,8
3. Aplicar o texto das Escrituras – v. 9-12

A exposição e a aplicação da Palavra de Deus produziu na vida do povo vários resultados gloriosos.

IV. OS EFEITOS DA PREGAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS
1. Atinge o Intelecto – v. 8

2. Atinge a Emoção – v. 9-12
a) Choro pelo pecado (v. 9) – 
b) A alegria da restauração (v. 10) – 

3. Atinge a vontade – v. 11-12
a) Obediência a Deus (v. 12) –
b) Solidariedade ao próximo (v. 12) – 

V. A OBSERVÂNCIA DA PALAVRA DE DEUS – v. 13-18
1. A liderança toma a iniciativa de observar a Palavra de Deus – v. 13-15
2. Os liderados obedecem a orientação da Palavra de Deus – v. 16-18
3. A alegria de Deus sempre vem sobre o povo quando este obedece a Palavra de Deus – v. 10,17b

CONCLUSÃO
Resultados gloriosos são colhidos quando o povo se volta para a Palavra de Deus:
a) Confissão de Pecado – 
b) Aliança com Deus e reavimento – 

O texto completo está no site- http://hernandesdiaslopes.com.br/2012/03/a-importancia-da-pregacao-expositiva-para-o-crescimento-sadio-da-igreja/#.UPfo2B19J4o

No you tube - Estudos sobre o livro Sermão expositivo - http://www.youtube.com/watch?v=wlZRiodr2ps&list=PL524F3F809678D9E2

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

SOBRE O BELO, A ESTÉTICA E OS ALUNOS


Westh Ney Rodrigues Luz


Lendo recentemente um texto sobre  Estética e História da Arte veio logo á minha memória  dois casos que vivenciei.

O primeiro aconteceu no Metrô do Rio. Uma mulher me abordou quando lia o livro " Apreensão do Belo" de Meltzer e Williams. Perguntou-me se era sobre a prisão do Belo (o cantor). Fiquei sem ação e simplesmente respondi não. Não havia espaço para uma discussão filosófica dentro de um transporte coletivo, ainda mais quando ela pergunta isto bem alto. Os parâmetros culturais que ela trazia  não me trouxe tranquilidade para discutir ali o quê ou quem era o Belo em questão.

O segundo caso que me trouxe perplexidade foi ver em um Colégio tradicional e particular da Zona Sul do Rio de Janeiro – onde lecionei Educação artística – as professoras das turmas e as de arte sendo obrigadas pela direção retocarem as pinturas e os quadrinhos feitos pelas crianças. De maneira alguma estes objetos poderiam ser enviados aos pais, era a ordem da direção.. Desde cedo a Escola adestrando e formatando a criatividade, o olhar estético das crianças. A arte não é esta cópia do real, ela é além, é maior.  

O que é Estética e o que é Belo? Será que é algo que nos toca, nos faz bem só de olhar ou ouvir, que afeta  nosso senso estético desde a natureza, árvores, flores, animais, pessoas até criações artísticas?

Estética (em grego aisthetikós)  é a sensibilidade que temos para perceber as coisas. Uma obra de arte por mais perfeita ela ainda precisa de quem a observa, pois o artista a concebe, mas quem a vê o recria. Seres humanos são sensíveis ao apelo da beleza. Como se fosse um sentido subjetivo para apreciar, não simplesmente ver ou ouvir. O Belo é algo que consegue exprimir o que foi proposto naquela obra ou objeto. Por mais estranho que seja o objeto, ele cumpriu as regras que se propôs usar para chegar ao seu final e chega a alguém e este será impactado por esta arte ou este objeto e cada um fará a sua leitura. O feio seria o contrário - não atingiu o seu alvo. (SIGNORELLI,  2008, p. 15)

Immanuel Kant (1724-1804) afirma  que o Belo é  aquilo que agrada universalmente, ainda que não se possa justificá-lo intelectualmente. Para ele, o objeto é uma ocasião de prazer, cuja causa reside no  sujeito, em que aprecia ou está exposto a este encontro com a Arte. Sobre o Sublime em arte, este é mais do que pensar no Belo que é variável em cada época. Sempre tenho aplicado este conceito com meus alunos. O sublime é mais uma   potencialização do Belo, ligado ao sentimento, à expressão e não à racionalidade. 

Voltando ao conceito de Arte e de Belo, esta (arte)  alcançará o objetivo que aquele objeto estava proposto. Não é para ser a perfeita  representação da realidade mas ela, a arte, usará corretamente o que desejar com regra para ter o seu objeto do jeito que o imaginou. No quadro de  Honoré Daumier – Queremos Barrabás - , a arte tem ali como objeto a sociedade onde mesmo retratando a miséria, ali existe o Belo. (ARGAN, 1992, p.64)

Para que haja a percepção do significado do Belo é preciso ter uma experiência estética e então penso na Escola, na família e nas instituições que precisam proporcionar isto às pessoas, mais precisamente e prioritariamente às crianças.  

Será que o Belo que cada um percebe não está impregnado da sua cultura, será que nossa percepção é totalmente isenta ou foi formada? Olhando por outro ângulo é assustador imaginar que nós professores podemos influenciar o aluno. Não podemos impor nossa estética à outra pessoa, ao aluno, mas podemos abrir janelas para que conheçam obras de arte de qualquer forma (plástica, música, poesia...) 

No encontro com a história da Arte, conhecendo as características de cada período, e entendendo que nenhuma arte está solta no espaço mas,  que ela acontece no espaço social, na cultura de cada lugar onde ela nasceu,  nossos alunos expandirão seus horizontes e aprenderão a apreciar a Arte que agora conhecem pois foram apresentadas 

Quando de forma interdisciplinar a Arte , a História, o Português, a Música e outras áreas de conhecimento conseguirem um entrelaçamento recriando o ambiente social do período histórico e social que estiver em questão, teremos alcançado uma forma criativa e eficaz de ensino. 
..........
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 

ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. SP: Companhia das Letras, 1992.
INSTITUTO DE GESTÃO EDUCACIONAL SIGNORELLI. Guia de estudo em 
       ARTES, Estética e História da  Arte. RJ: SIGNORELLI, 2008.