sábado, 29 de novembro de 2008

Revista da ABEM

Caros amigos e alunos,
todos que trabalham e pesquisam sobre Educação musical deveriam vistar este site, comprar e ler estas publicações.
Na Biblioteca da UNIRIO, na Urca, Rio podemse encontradas para leitura.

Neste endereço vejam
resumos em PDF.
http://www.abemeducacaomusical.org.br/revistas.html

Vejam estes títulos como exemplo na Revista nº 5 - Setembro/2000

Sumário e resumo


A educação profissional de música frente à LDB nº 9.394/96 - Sonia Albano

A música do século XX para os cursos de graduação - Maria Lúcia Pascoal

A Presença das Raízes Culturais na Educação Musical- Cristina Rolim Wolffenbuttel

Avaliação da execução musical: relações entre as concepções e práticas adotadas por professores de piano - Cynthia Geyer Arrussul dos Santos, Liane Hentschke, Ney Fialkow

Métodos de Leitura Cantada: dó fixo versus dó móvel - Ricardo Goldemberg

Pesquisa em Educação Musical: situação do campo nas dissertações e teses dos cursos de pós graduação stricto sensu em Educação - José Nunes Fernandes

Um olhar antropológico sobre práticas de ensino e aprendizagem musical - Margarete Arroy

Uma perspectiva crítica e cultural para abordar o conhecimento curricular em música - Sonia Tereza da Silva Ribeiro

Educação musical/Coro

Bibliografia básica sugerida por Westh Ney

COLL, C.; PALACIOS, J. e MARCHESI, A. Desenvolvimento psicológico e da educação. Vol. 1, 2 e 3. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
FREIRE, Vanda L. Bellard. Currículos, apreciação musical e culturas brasileiras. Revista da ABEM nº 6 RJ: ABEM, 2000
GARDNER, Howard. O verdadeiro, o belo e o bom. Porto Alegre: Objetiva, 1999.
______________Inteligências Múltiplas: A teoria na prática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.

MARTINS
, Raimundo. Educação musical: Conceitos e Preconceitos. RJ: FUNARTE, 1985.
MARTINEZ, Emanuel. Regência Coral – Princípios básicos. Ed. D. Bosco, 2000
MATHIAS,
Nelson. Coral, um canto apaixonante. Brasília, Ed. Musi-Med, 1986.
OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky: Aprendizado e desenvolvimento: um processo sócio- histórico. 4 ed. São Paulo: Scipione, 1997. 111 p
OLIVEIRA, Alda. Fundamentos da Educação Musical em Série Fundamentos da Educação Musical. RJ: ABEM 1993.
PAZ, Ermelinda. Pedagogia musical brasileira no século XX - Metodologias e Tendência. Brasília: Editora MUSIMED. 2000.
SANTOS, Regina Márcia S. Música no Século XXI: Tendências, perspectivas e Paradigmas. ANAIS XIII Encontro Nacional da ANPPOM, v. 2, p. 688 – 691, 2001
SANTOS, Regina M. Simão. A natureza da aprendizagem musical e suas implicações curriculares. Análise comparativa de quatro métodos. Rio: ABEM, 1994.
SWANWICK, Keith. Ensinando música musicalmente. SP: Ed. Moderna, 2003.
VILLA-LOBOS, Heitor. O pensamento vivo de Villa-Lobos. São Paulo: Martin Claret, 1987.
ZANDER, O. Regência coral. 5 ed. Porto Alegre: Movimento, 2003.
....................
“O povo é, no fundo, a origem de todas as coisas belas e nobres, inclusive da boa música! [...] Tenho uma grande fé nas crianças. Acho que delas tudo se pode esperar. Por isso é tão essencial educá-las. É preciso dar-lhes uma educação primária de senso ético, como iniciação para uma futura vida artística. [...] A minha receita é o canto orfeônico. Mas o meu canto orfeônico deveria, na realidade, chamar-se educação social pela música. Um povo que sabe cantar está a um passo da felicidade; é preciso ensinar o mundo inteiro a cantar”. (VILLA-LOBOS, 1987)

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Recitais de formatura em música Sacra no STBSB

Renato Farias, Recital de Regência
Segunda, 01/12, 20h
Capela do Seminário do Sul/ STBSB
Rua José Higino, 416 - Tijuca, Rio
tel:. 2570-1833

*********
d.. 03 de dezembro - piano - Ludmila Gomes Santos (20h)
e.. 15 de dezembro - piano - Gisele Rosa Batista (20h)

Outros eventos:

4 de dezembro - Concerto de natal do coro Oquyra, na Capela do STBSB (20h)

Abraços,
Westh Ney

domingo, 23 de novembro de 2008

A cadela e o táxi na Leopoldina

Caros amigos

Hoje, dia 22/11/2008, chegando lá pelas 23h vindo da PIB de Mesquita, desci na Leopoldina para pegar um táxi e voltar para casa. Presenciei algo que não sei adjetivar: uma cadela imobilizada por 4 motoristas de taxi e um deles com uma seringa em sua boca.

Ao entrar no veículo perguntamos ao motorista o que ele e seus amigos faziam. Ele disse que passou ontem a manhã e a tarde na SUIPA, cuidando deste animal. Ela está com uma doença no coração e tem que tomar 5 remédios por dia até o final da sua vida.

Resumo:
Esta cadela e sua companheira foram adotadas pelo ponto de taxi. Elas vivem ali e como o ponto funciona dia e noite são cuidadas por eles. Os remédios são comprados por eles.

São cães de rua, abandonados.
Isto é bonito e comovente.

Bem, além dos animais temos crianças, velhos e loucos abandonados e jogados pelas ruas desta cidade...

Alguém adotará estes humanos?

Abraços,

sábado, 8 de novembro de 2008

Agenda - minha e dos amigos

Westh Ney:

AO ESCREVER UM TEXTO

Do livro O PRAZER DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA (São Paulo: Hagnos), dois quadros sobre a produção de textos, voltados para trabalhos acadêmicos, mas que se aplicam a qualquer tipo de texto. Este livro é do diretor geral do STBSB - Prof. Israel Belo de Azevedo

PRINCÍPIOS DE COMUNICAÇÃO
Ao escrever um texto, considere os seguintes princípios:

1. Clareza -- O texto está claro para o leitor?
2. Concisão -- O texto diz o máximo com o menor número possível de palavras?
3. Correção -- O texto respeita rigorosamente a gramática?
4. Encadeamento -- O texto está organizado de modo lógico e harmônico?
5. Consistência -- O texto usa os verbos nos mesmos tempos e os pronomes nas mesmas pessoas?
6. Contundência -- O texto vai direto ao ponto?
7. Precisão -- O texto usa os termos de modo preciso?
8. Originalidade -- O texto é original, agradável e criativo?
9. Correção política -- O texto é "politicamente correto"?
10. Fidelidade -- O texto é honesto com as fontes?

DEZ CONSELHOS PRÁTICOS
1. Escreva frases breves e parágrafos curtos. Não complique.
2. Encadeie as frases e os parágrafos logicamente. Não faça uma colcha de retalhos.
3. Evite apelar para generalizações. Não seja superficial.
4. Evite repetir palavras. Não seja pobre no seu vocabulário.
5. Evite modismos lingüísticos. Não pareça um deslumbrado.
6. Evite as redundâncias. Não seja apressado.
7. Abstenha-se de superlativos, aumentativos, diminutivos e adjetivos em demasia. Não seja pernóstico.
8. Faça poucas citações diretas; opte por reescrevê-las, creditando-as aos
seus autores. Não compile.
9. Use as notas de rodapé para definições e informações. Não seja óbvio.
10. Lembre-se SEMPRE que você está escrevendo para um leitor real.

Prof. Israel Belo de Azevedo - www.prazerdapalavra.com.br

sábado, 1 de novembro de 2008

Música na Igreja 1

Jovens preparados para servir ao seu Senhor com música na Igreja - part 1
Westh Ney R. Luz

“Vocês também, como pedras vivas, deixem que Deus os use na construção de um templo espiritual onde vocês servirão como sacerdotes consagrados a Deus. Mas vocês são a raça escolhida, os sacerdotes do Rei, a nação completamente dedicada a Deus, o povo que pertence a ele. Vocês foram escolhidos para anunciar os atos poderosos de Deus, que os chamou da escuridão para a sua maravilhosa luz.” (1Pedro 2.5,9).

Sim vocês foram chamados para anunciar os atos poderosos de Deus, também cantando, fazendo música. Convidada para escrever para vocês, jovens que amam a Cristo e são chamados por Ele para um ministério maravilhoso, emocionante e complicado que é o da música na igreja, estou aqui, sem saber como começar; como alcançar seu coração, quer dizer, sua mente? O que será que você quer, ou melhor, o que será que você precisa saber?

Sabe, resolvi falar com vocês da mesma forma que falo com meus alunos no Seminário do Sul (STBSB). Muitos estão em suas igrejas servindo, completamente entregues nas mãos de Deus, conscientes de como é importante a tarefa que o Senhor Deus colocou em suas mãos. Cantam, tocam dirigem cantos, participam de vários coros e bandas, chamadas Gospel.

Então vamos lá? O que é ministério? O que é culto? Para que serve a música? Sim, para que serve a música na igreja?

Vamos começar com esta citação de Campbell Morgan, que pincei do livro - A Cruz de Cristo de John Stott, grande pregador e que termino o 1º capítulo do livro Culto Cristão – contemplação e comunhão, que diz:

“Só o homem crucificado pode pregar a cruz.. Disse Tomé:” A menos que eu veja em suas mãos o sinal dos cravos... não crerei”. O Dr. Parker de Londres, disse que o que Tomé disse acerca de Cristo, o mundo hoje está dizendo a respeito da igreja. E o mundo também está dizendo a cada pregador: A menos que eu veja em tuas mãos as marcas dos cravos, não crerei”

Queridos jovens que amam o Senhor Jesus, que desejam fazer diferença neste tempo, neste mundo prestem atenção: só uma pessoa redimida no sangue do Cordeiro, que morreu e renasceu para uma vida nova com Cristo pode pregar esta mesma Cruz, pode falar deste grandioso e misterioso amor. Amor que vem de Deus e que move o seu coração para o serviço ao Senhor e ao próximo. Para desenvolver um excelente e verdadeiro trabalho com a música na igreja precisa ser realmente convertido, salvo em Cristo Jesus.

Para que possamos ser bênção na nossa igreja, ajudando a congregação para que ela cante bem, com entendimento e com emoção seus louvores ao Senhor precisamos ser mais humildes. Reconhecermos que sabemos pouco, esquecer o título de “Levitas” – pois não estamos mais no Velho Testamento, com classes sacerdotais. Hoje, na nova Aliança somos todos sacerdotes do Senhor. Sacerdotes para ajudar, apoiar a congregação, a sua comunidade religiosa a reconhecer os atributos de Deus (Adoração) e demonstrar isto em cantos, orações, leituras bíblicas, posturas, atitudes que será o seu louvor. Louvor é tudo o que você faz como resultado do seu reconhecimento de quem Deus é. É a sua adoração em ação!

Se quisermos ser bênção, precisamos estudar de verdade. Vejo pessoas bem intencionadas e com vontade de aprender, que participam de cursinhos de final de semana, escutam algumas palestras, compram alguns poucos livros e muitos CDs, “xerocam” tudo que outros pesquisaram, estufam o peito, empinam o nariz e revirando os olhos sentem-se prontos, ou autorizados para este ministério. Da Palavra de Deus, a Bíblia, sabem pouco e de música alguns até sabem, mas não entendem que ministério é serviço. Que música na igreja é ministério e não palco. Que culto não é o momento para demonstração de performances, atuações as mais variadas e desconexas. Ao final deste artigo relaciono alguns links e livros para você dar uma pesquisada.

Vocês até podem achar que “peguei pesado”, mas tenho visto isto ao longo de alguns anos nas igrejas, em encontros e congressos que tenho participado.

o artigo continua em outra postagem.