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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Sofrimento e crescimento, Pr. Luiz Sayão

A mensagem de ontem na Capela do Seminário do Sul  - STBSB/FABAT, no Rio de Janeiro , 16/04/2014 foi baseada na experiência e na Canção do músico Asafe no Salmo 73. Pr. Luiz Sayão é o diretor geral desta instituição.

Depois da Capela voltei para as aulas e impressionante foi ver os alunos comentando a palavra dele. Cada um lembrava de uma frase. A Luiza (Ji) conseguiu guardar uma delas e já vi aqui pela internet outros citando a frase: "A alma só deixa de ficar doente, quando sente saudade de Deus" 
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Sayão foi lendo o Salmo 73 e com seu jeito peculiar de falar e de ser, foi trazendo luz sobre o texto. Para mim, tem sido difícil anotar tudo. Ele não repete nenhuma frase. É impressionante e algumas colocações, umas frases eu queria ouvir de novo e anotar...
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Falou sobre a Teologia do Lamento. 
Falou sobre a dinâmica, o deslocamento psicológico do Salmo: 
1º ele percebe o ímpio que tudo tem e possui(inveja) ; 
2º ele enxerga só ele mesmo e com muita comiseração; 
3º ele vê o ímpio e por fim na 
4ª vez enxerga Deus e então percebe pela primeira vez como ele precisa ter a autêntica vontade de mudar. 
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O olhar de inveja atrapalhava a sua visão:
“o mundo é dos espertos, não vale a pena ser limpo, honesto, justo, não vale estudar no Seminário, estudar teologia, não vale a pena igreja...” 
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Crescemos quando podemos olhar em volta com o coração. Lembre-se que mesmo na crise, Deus não te abandonou. Depois da crise profunda e intensa, você poderá conhecer Deus.
Este Salmo 73 é uma poesia que é cantada no culto, ele é lido ensinando e falando coisas que não gostaríamos de ouvir. O texto diz como o Salmista olhou para sua vida e começou a comparar com a vida dos outros, se achando inferior. E o pior de tudo, pensa ele - os outros ainda “batem palma”! “Tem gente que está na fase do limão” onde só se ouve reclamação.
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Deus trabalha conosco no quem mais nos incomoda. Quando a crise nos atinge e enxergamos Deus podemos então sentir vergonha do que pensamos, da revolta que sentimos. Ele, Asafe, enxerga a realidade Deus depois da crise forte que atingiu o seu coração.
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Quais os seus valores? O que perturba o seu coração? Onde está o centro de sustentação do teu ser? Trajetória bem sucedida, atributos físicos não podem nos sustentar o tempo todo. Ninguém desenvolve uma verdadeira espiritualidade, uma comunhão com Deus sem ter passado e aprendido dentro da crise. Acontece ao final a cura da revolta que acontece pelo poder de Deus se transforma em proclamação.
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Ao final depois de ser trabalhado, depois de enxergar o ímpio, ele mesmo e o Senhor ele decide - “vou contar pra todo mundo” - Proclamarei todos os teus feitos Senhor, no versículo 28: “Mas para mim, bom é aproximar-me de Deus; pus a minha confiança no Senhor DEUS, para anunciar todas as tuas obras.”
Troque a sua lente por uma lente nova.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

I Simpósio de teologia no Seminário do Sul - Russel Shedd



Amigos, na quinta, 19/9/13 foi o último dia  do Pr. Shedd.  Fiquei muda ao final, só ouvindo e vendo o homem piedoso e que acredita no que vive desde sua meninice. Queria tirar uma foto com ele mas nem isto consegui. Foi uma contemplação... 
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Em resumo, ele disse para vivermos segundo a Palavra, pregarmos a Palavra e com forças retiradas da Graça e da Cruz. Falou do seu tempo de capelão em navios, onde ele conheceu um outro que revezava com ele, que conseguia na sua mensagem diária todo o tempo não falar em Deus, em Cristo e nem no texto bíblico... muitos pregam sobre tudo menos a Palavra, disse ele. 
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Terminou dizendo que gostaria de chegar ao céu, abraçar o apóstolo Paulo e dizer para ele da emoção e da alegria, agradecendo sobre esta sua última carta que escreveu. Aliás, eu, westh ney, não quero minimizar toda a carta (Timóteo) mas o que, particularmente mais gosto é do final, quando já perto da sua morte, pede que aquele jovem que o tinha abandonado e que ele mesmo não o desejava perto em outra ocasião venha até sua prisão. Ele acaba entendendo o que Barnabé já tinha percebido - que João Marcos era bom e que podia mudar ou aprender. Então pede nesta carta, que Marcos leve para ele a capa para se aquecer do inverno, os livros para aquecer o intelecto, a mente e o próprio Marcos que seria útil no ministério dele. Penso em João Marcos como os amigos que queremos e precisamos quando estamos nos nossos invernos... foi uma semana de muitas emoções.