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Mostrando postagens de fevereiro, 2010

Os hinos e cânticos do boletim ...

Tenho sempre lutado contra as ordens de culto efêmeras, que são colocadas em uma tela. As pessoas cantam, recitam os textos bíblicos e depois esquecem. Muitos cantos congregacionais que poderiam consolar, ensinar e admoestar cumprindo o seu papel nas ordens em questão, ficam na lembrança ou no esquecimento daquele momento onde foram usadas. Alguns poderiam levar para casa aquelas letras novas e assim aprenderiam e fixariam os lindos e bons textos poéticos. Esta minha orientação quanto ao uso das ordens de culto são de muito tempo. Algumas vezes me canso e penso se estou correta em meu pensamento, se estou nadando em vão contra uma correnteza. Ou se estes novos tempos devem continuar e eu parar, me aposentar e seguir com todos. Esta semana, dia 15/2/2010, recebi este e-mail que alentou a minha alma. Eu o conheci pequeno e depois no início da juventude. Hoje não convivo diretamente e fico contente que mesmo sendo um homem feito e bom cristão pode chorar de solidão, mas pode lembrar-s...

Hinódia Batista Brasileira: HISTÓRIA DO DEPARTAMENTO DE MÚSICA DA JUERP - 2 - 5

História do Departamento de música da JUERP, pelo olhar, autobiografia ou lembranças de Bill Icther - Parte  V PUBLICAÇÕES Uma das grandes lacunas que senti no início do Departamento de Música, que oficialmente começou em 1958 , portanto, 50 anos atrás, foi na área de publicações. Existia pouca literatura coral. A coleção mais usada era “Coros Sacros, “ do irmão Arthur Lakschevitz , cujo primeiro volume saiu em 1950 . A coletânea de Graça Cowsert - “Hinos de Louvor,” também publicada em 1950, foi utilizada pelos corais, bem como a coleção, “Antemas Celestes” de Alyna Muirhead. Algumas coleções do metodista Alberto Ream também foram de grande valor. Cheguei a usá-las com os corais com quem trabalhava. A primeira publicação (1ª) do novo departamento foi “Antemas Corais,” uma coleção de músicas corais. Fiz questão, que, naquela primeira coleção, as músicas de alguns brasileiros fossem incluídas. A coleção tinha contribuições de Guilherme Loureiro, Carlos Zink, Heitor Ar...

HINOLOGIA - Final_História do Departamento de música da JUERP, pelo olhar, autobiografia ou lembranças de Bill Ichter - parte final

Recordações Inesquecíveis Permita-me, ao terminar este meio histórico, meio diário pessoal, de citar algumas recordações memoráveis dos meus 35 anos abençoadíssimos no Brasil: 1. As amizades e relacionamento com muitos pastores e obreiros. Líderes como Almir dos Santos Gonçalves, José dos Reis Pereira, João Filson Soren, Rubens Lopes, David Gomes, Nilson do Amaral Fanini, Fausto Aguiar de Vasconcelos, Irland Pereira de Azevedo, João Falcão Sobrinho, Antônio Lopes, os irmãos Tomé, Othon Ávila Amaral, Juarez Azevedo, João Carlos Linhares, Eurico de Sousa Freitas e muitos outros. 2. Durante toda a Campanha Nacional de Evangelização , tive o privilégio de dirigir o cântico para várias cruzadas, muitas vezes com mais de mil pessoas presentes. Foram experiências até gostosas, de dirigir o hino “Cristo A Única Esperança” cuja música foi de Nelson Mariante. Naquele tempo, somente três pessoas sabiam que era o meu pseudônimo. Uma experiência especialmente gratificante foi quando a ...

Hinódia Batista Brasileira: HISTÓRIA DO DEPARTAMENTO DE MÚSICA DA JUERP - 1

Aqui neste Blog estarão registradas a História deste Departamento de música da JUERP - divididas em várias partes - que muito fez pela Música Sacra Batista Brasileira e também Evangélica em geral. Esta história está entrelaçada com a vida, com a biografia do missionário Bill Ichter - wichter@suddenlink.net Neste mesmo blog, no http://blogdawesth.blogspot.com/search?q=bill+icther você poderá encontrar a história dele pesquisada por mim - Westh Ney Rodrigues Luz Segue a história contada, narrada por William Harold Ichter - o Bill ................. Departamento de música da JUERP por William Harold Ichter Parte I Introdução A minha chamada Durante os anos de 1950-1953, eu estava servindo como Ministro de Música num grande e vibrante Igreja Batista na cidade de Baton Rouge, Estado de Louisiana. Comecei a sentir como a música estava sendo grandemente usada como um instrumento nas mãos de Deus para atrair pessoas para a pregação da Palavra de Deus, e prepará-las para a ...

NA CASA DE MEU PAI HÁ MUITAS MORADAS! Silvino Netto

Poesia de Silvino Netto – fevereiro de 2010 – apjll@bighost.com.br Minha primeira morada Foi num pequeno espaço: O ventre materno de minha mãe. Morei ali durante nove meses. Não lembro de nada Sobre aquela primeira casa flutuante. Mas, sem dúvida, devo ter registros gravados, Em meu corpo e espírito, Que me acompanham até hoje. O espaço que me envolvia Passou a ser pequeno demais Para um embrião com cabeça de baiano. Assim, em busca da Supervia da Luz, Descobri a porta de saída, E fui, alegremente, acolhido por meus pais, E dois irmãos, Na rua Dr. Julio David, n. 3, Bairro da Ribeira, Salvador, Bahia. Boas e amargas lembranças Dos treze anos vividos Naquela casa de três quartos, Sala, banheiro, cozinha, quintal... E que , mais tarde, tornou-se A Casa da Dor! Depois da morte de meu pai, Fui morar com os queridos tios, No Rio de Janeiro, Capital Federal, Na rua Amoroso Costa, Tijuca, (Casa de Novas Oportunidades). Dali, reunimos a família novamente, Em nossa nova casa, Na rua Mare...