por westh ney rodrigues luz Quero compartilhar um trabalho voluntário (sem $$$) que faço no Hospital Evangélico do Rio com uns poucos voluntários e o capelão - um reverendo presbiteriano - Rev. João Brilhante. Tem coisas que aceito e depois fico brigando comigo mesma por que aceitei. Não é fácil pegar um teclado colocar no meio de um corredor e cantar canções... a minha timidez é grande. Tem dias que peço ao Senhor pra passar de mim o cálice, pois não tenho coragem de não ir ou de sair. Porque cada dia quando termina, fico muito feliz! Lá tinha um coro e com partituras difíceis. Era sem sentido (para mim) ficar cantando algo muito elaborado, com várias vozes, e ter mais um estresse comum aos grupos corais de faltar um dos naipes importantes para tais músicas do dia. Só lembrando que fiz isto mais de trinta anos e nunca temos todos os naipes. Ainda mais quando o coro ficou bem pequeno. . Um dia, levei meu pequeno grupo, de 9 pessoas, que lá canta (uns há muitos anos e...