segunda-feira, 11 de novembro de 2013

3º dia- 13/11/13 - SEMANA DA MUSICA - FABAT/STBSB

CONCERTO e PALESTRA sobre Projeto Social e Musicalização

Dia 13/11/13 - 
- 19h - Palestra com a coord. do Projeto SOM MAIS EU - Moana Viterbo

- 20h15 - Concerto didático com a Orquestra da Providência -
Maestro MM Anderson Alves
com o Coro do Seminário do Sul e
solistas Neaci Pinheiro e Rivelino de Aquino - ex-alunos da Casa.
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Capela do Seminário do Sul
Rua José Higino, 416, Tijuca - Rio
Entrada Franca
Diretor da FABAT - Luiz Sayao

2º dia da SEMANA DA MUSICA - FABAT/STBSB

2º EVENTO  - Dia 12/11/13 - terça -

Dois Concertos:

. Saúde Vocal - 19h -  Palestra e mini-concerto com MM Karla Daniele Araujo cantando árias de Ópera e canções sacras . Ao piano: pianista MM Paulo Queiroz

. Concerto de órgão - 20h30 - Concerto didático com Domitila Ballesteros - internacionalmente conhecida por suas turnês anuais na Europa

* Presença do Madrigal da FABAT, regente Ricardo Aigner

SEMANA DA MUSICA - FABAT/STBSB

TRÊS EVENTOS 
Data: 11 a 13 de novembro de 2013 (segunda a quarta)

1- Dia 11/11/13 - 19h - MOSTRA DE MÚSICA - " Nossa Música na Colina"
I Mostra de Música Popular Brasileira da FABAT" - composições musicais de alunos de teologia e Música da Faculdade/Seminário do Sul
- Organizado pela turma de gestão II, na matéria EVENTOS

HOJE - Nossa Música na Colina - 1º evento da Semana da Música no Seminário do Sul/FABAT
I Mostra de Música Popular Brasileira composições dos alunos de teologia e Música da Faculdade/Seminário
Capela do Seminário do Sul // Rua José Higino, 416, Tijuca, Rio - Entrada Franca
tel.: 2157-5577

Onze - 11 compositores com suas músicas novas - 
1    
Leo Guimarães
O Preço do amor

Camila Silva
Seu Nome é Jesus
Vida

Caio Rios/Mari Wondracek
Graça Imerecida

Irene Azevedo
A desejada Paz
Quem é?

Horley Oliveira
Santo é o Senhor
O Filho do Homem

Alceny  Oliveira
Dois ou Três
A Diferença

Everton Louvize
Cristo, o Redentor
Estás presente aqui

Alex Calixto
Em Família
Poeta da criação

Julianna Helena 
Eu quero te adorar
Um momento a sós

Diogo Silva
Serviço

Clarindo Júnior
A desejada Paz
Quem é?

* Teremos declarações de atividades complementares para alunos de outras faculdades.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

I Simpósio de teologia no Seminário do Sul - Russel Shedd



Amigos, na quinta, 19/9/13 foi o último dia  do Pr. Shedd.  Fiquei muda ao final, só ouvindo e vendo o homem piedoso e que acredita no que vive desde sua meninice. Queria tirar uma foto com ele mas nem isto consegui. Foi uma contemplação... 
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Em resumo, ele disse para vivermos segundo a Palavra, pregarmos a Palavra e com forças retiradas da Graça e da Cruz. Falou do seu tempo de capelão em navios, onde ele conheceu um outro que revezava com ele, que conseguia na sua mensagem diária todo o tempo não falar em Deus, em Cristo e nem no texto bíblico... muitos pregam sobre tudo menos a Palavra, disse ele. 
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Terminou dizendo que gostaria de chegar ao céu, abraçar o apóstolo Paulo e dizer para ele da emoção e da alegria, agradecendo sobre esta sua última carta que escreveu. Aliás, eu, westh ney, não quero minimizar toda a carta (Timóteo) mas o que, particularmente mais gosto é do final, quando já perto da sua morte, pede que aquele jovem que o tinha abandonado e que ele mesmo não o desejava perto em outra ocasião venha até sua prisão. Ele acaba entendendo o que Barnabé já tinha percebido - que João Marcos era bom e que podia mudar ou aprender. Então pede nesta carta, que Marcos leve para ele a capa para se aquecer do inverno, os livros para aquecer o intelecto, a mente e o próprio Marcos que seria útil no ministério dele. Penso em João Marcos como os amigos que queremos e precisamos quando estamos nos nossos invernos... foi uma semana de muitas emoções.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Simpósio Internacional de Manuscrito Antigos e Teologia

Simpósio Internacional de Manuscrito Antigos e Teologia
FABAT/Seminário do Sul , nos dias 5, 6 e 7 de agosto. 
Com Adolfo Hoitman (Curador do Museu dos Manuscritos do Mar Morto) , 
Yehuda Rochmann (Prof. Universidade Hebraica de Jerusalém) e 
Luis Sayão (Mestre em Língua Hebraica e Cultura Judaica e diretor da FABAT/STBSB) 

Organizado pela Faculdade Batista do Rio de Janeiro (FABAT) e permitirá aos participantes conhecer e aprofundar seus conhecimentos em manuscritos antigos, além de proporcionar uma visão sobre a sociedade judaica na Terra de Israel durante o Período do Segundo Templo, a época do nascimento do cristianismo e do judaísmo rabínico. Programação

Dia 5 de agosto, segunda-feira
16:00 às 17:00 - Credenciamento 
17:00 às 18:30 - Mesas de Comunicação
18:30 às 19:00 - Abertura e Momento de boas-vindas
19:00 às 22:00 - I Conferência Maior: Prof. Luiz Sayão - Tema: O Contraste entre a cosmovisão hebraica e grega

Dia 6 de agosto, terça-feira
17:00 às 18:30 - Mesas de Comunicação
18:30 às 19:00 - Momento de boas-vindas
19:00 às 22:00 - II Conferência Maior: Yehuda Rochmann (Prof. Universidade Hebraica de Jerusalém) - Tema: Situação Social e Política em Israel na Época do Segundo Templo

Dia 7 de agosto, quarta-feira
17:00 às 18:30 - Mesas de Comunicação
18:30 às 19:00 - Momento de boas-vindas
19:00 às 22:00 - III Conferência Maior: Adolfo Hoitman (Curador do Museu dos Manuscritos do Mar Morto) - Tema: A importância dos Manuscritos do Mar Morto
22:00 às 22:30 - Entrega dos Certificados e Encerramento do Colóquio

O simpósio destina-se teólogos, biblistas, historiadores, pastores, educadores, alunos de Graduação, alunos de Pós-Graduação, professores e demais interessados nas áreas de Teologia, Ciências da Religião, Literatura, Letras, Histórias e áreas afins.. Feira de Livros, sessão de autógrafos e mesas de Comunicação.

TODAS as Informações: http://www.fabat.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=175%3Asinposio-agosto&catid=48%3Anoticias&showall=1

Local: Rua José Higino 416, Tijuca



quarta-feira, 29 de maio de 2013

"Human Requiem"

Meu amigo Marcus Paranaguá enviou este relato do seu amigo Gustavo de Sá sobre o Human Requiem . Apreciem. É emocionante pensar no Requiem e imaginar como ele foi feito nesta ocasião. Abraços
westh ney
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Marcus

Fui assistir a um concerto hoje e quase tive um troço. Como não o tive, a primeira coisa que eu pensei foi que tinha que lhe relatar o que aconteceu.
O programa era o pujante e imbatível Rundfunkchor Berlin apresentando um espetáculo chamado "Human Requiem", que era apenasmente o nosso muito amado Réquiem Alemão, na versão com acompanhamento de piano a quatro mãos. Só isso já valia o ingresso. Mas o previsível acabou aí.

O concerto não foi num teatro, mas num importante espaço para arte contemporânea montado num galpão gigante na beira do rio. Na entrada, junto com o controle de ingresso, recebemos a instrução para tirar os sapatos. Entra-se na sala e... não há cadeiras. Não há lugar para sentar. Umas quinhentas pessoas em pé num galpão gigante com um piano no meio.

Nada de o coro dar as caras. Os pianistas chegam, atacam a peça e, de repente, as vozes começam a soar. Do lado da gente, no meio do público. O casal que estava do meu lado esquerdo, por exemplo, tão bonitinho, abraçadinho, eram um tenor e uma contralto. Do meu lado direito, um tenor e um baixo até então sentados no chão se levantam. E aquele povo, que não é mais aquele monte de artistas intocáveis, é gente como a gente, vestida
como a gente, começa a circular, olhando o público nos olhos e cantando o magnífico *Selig sind, die da Leid tragen*.

A partir daí, foi uma hora e quinze minutos do Réquiem Alemão mais lindo que eu vi e ouvi na vida. Sem a orquestra para fazer concorrência e com os cantores tão próximos do público, o texto estava mais compreensível do que nunca, e a mensagem chegava direto a cada espectador. O Réquiem Alemão tornou-se realmente *humano*, muito mais intenso do que aquilo que a gente vê no palco quando está sentado na platéia. Com esse conceito, imagine o que não foram as fugas do terceiro e do sexto movimentos, e o final, quando
o coro convida o público, que também passeou um bocado durante o concerto (por isso se tiram os sapatos), a se sentar no chão. Com todo mundo sentadinho, o coro cerca o público todo e solta o *Selig sind die Toten*, com as luzes se apagando até o último acorde, já totalmente no escuro. Depois foi um silêncio interminável, de longos minutos. De dar medo de aplaudir.

Nunca vi um espetáculo que mostrasse uma compreensão tão profunda de uma obra musical e que soubesse transmitir esse conteúdo de uma forma tão original e, ao mesmo tempo, tão respeitosa e tão impactante. E logo de que obra. Esse era o Réquiem Alemão que *você* tinha que ver, e que saberia apreciar mais do que ninguém.

Abraços,
Gustavo
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Vejam a entrevista sobre os ensaios e todo o trabalho de corpo - 



Podem ser encontrados mais vídeos  com o Rundfunkchor Berlin http://www.youtube.com/user/RundfunkchorBerlin?feature=watch

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Vejam esta outra interpretação - 

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Memórias - Colégio Batista Brasileiro, Rio e Santos Dumont, Fortaleza, Ceará


Tem tempo que não escrevo. Ando cansada e o facebook me rouba a energia...rsrsrsrsrs
Desde ontem estou pensando e rememorando algumas coisas...

Colégio Batista - durante minha vida profissional trabalhei em dois. 
No Colégio Batista Brasileiro, na Conde de Bonfim na Tijuca/ Rio, com o querido diretor Joaquim Silva, que quando me contratou disse para eu não fazer uma revolução no Colégio. Ele tinha sido meu diretor na ACM quando eu era estudante do Científico e quando havia uma efervescência política na época, final dos anos 60 e fechamento dos centros acadêmicos e passeatas pelo centro do Rio. No Batista Brasileiro lecionei História para o antigo fundamental (da 5ª a 8ª série) nos anos 80. 

No Colégio Batista Santos Dumont, Aldeota, Fortaleza - trabalhei com música (educação musical) e no Centro de Artes de lá. Da 5ª série até o 2ª grau. Foi um trabalho diferente. O diretor José Milton de Cerqueira era um visionário. Um dia lhe questionei pq estava recebendo já passado um mês sem estar nas salas e ele me respondeu: - Vc não sabe que ganhamos por pensar? Eu não te pedi pra conhecer e pensar um plano e uma metodologia para meus alunos que vivem em Fortaleza, na Aldeota, com padrão X, que viajam pelo mundo e que passam os finais de semana em volta da piscina com churrasco e um tipo de música. O que vc tem para eles? 

As aulas eram em um estúdio com ar condicionado e conforto, com filmes e toda a mídia que podia ter na época.Tinha conhecido o artista alemão Rolf Gelewsky que tinha uma proposta revolucionária de educação musical voltada para a escuta (Estruturas sonoras) com exercícios de concentração e unificação com base em audições (escutas) específicas de música e na movimentação reduzida do corpo. Foi difícil... Em cada série tive que fazer adaptações. Em algumas tive que partir da História do Rock, que tinha em vídeo chegando aos Beatles, RPM até chegar na MPB. Em algumas séries ao colocar em palavras escritas ou desenhadas o que percebiam por meio da música dependendo eu encaminhava para o SOE - órgão responsável inclusive para atendimento psicológico dos alunos. Existiam coros. Em um deles orientei o trabalho e uma cantata linda sobre a Arca de Noé e participamos de grandes eventos corais da cidade. Quando cheguei lá já encontrei evento chamado Modernidade (acho que era isto) onde os alunos criavam um tema e o desenvolvia com danças, música, teatro... 

Aprendi muito nesta Escola - a Escola da Vida (Lema do Colégio Batista de Fortaleza/José Milton) Tem mais coisas - o Centro de Artes, o Hino nacional (acho que era na 2ª ou na 4ª) Pátio cheio, alunos hasteando a bandeira e eu lá. Trabalhei lá de 1983 / 1991. 

Ah... esqueci de muita coisa inclusive das aulas com o Pedagógico. Preparando alunas com o 4º ano para lecionarem em educação infantil utilizando a ferramenta música

Memórias...