quarta-feira, 10 de junho de 2009

2. Nossos músicos: Bill Ichter

Este ano William Harold Ichter completa 60 anos de ministério dedicado á Cristo. Bill Ichter é um brasileiro. A sua certidão de nascimento diz que nasceu em 11/12/1925, nos EUA, mas para todos nós – acho que até para ele – a história parece outra. Aliás, ele sempre foi conhecido como o mais brasileiro de todos os missionários. Torce até pelo Vasco de camiseta e tudo e ia aos jogos no Maracanã.

Dia 09/10/08 perguntei-lhe por e-mail, o que trazia mais saudade ao seu coração de todas as suas realizações e criações aqui no Brasil. Respondeu assim: - De tudo que Deus permitiu que fizesse e realizasse durante os meus 35 anos no Brasil, eu sinto mais a falta dos brasileiros, a sua camaradagem, o seu calor humano, as suas amizades. É a resposta que dou para todos que por aqui perguntam.

Em agosto de 1990, ele e sua esposa, a doce irmã Jerry (tradução do hino 185 HCC) saíram do Brasil - se aposentaram em junho do mesmo ano, voltando para a outra América, pois o serviço missionário tinha terminado por aqui. Lá durante oito (8) meses serviram como “Missionários locais”, no Centro de Treinamento Missionário da Junta de Richmond, a mesma que o sustentou no Brasil - convivendo com missionários recém nomeados.

Também por nove anos foi Ministro para pessoas de Terceira Idade, na PIB de Minden, Louisiana, uma igreja vibrante com mais de 2.000 membros, onde 500 estão com mais de 55 anos. Dirigiu o Coro deste grupo e com o mesmo viajou, cantou em diversas reuniões levando também um conjunto de sinos e um pequeno conjunto de Dulcimers.

Leiam a narração dele sobre este ministério: “ No inicio do meu ministerio na igreja em Minden, comecei a telefonar para todos da terceira Idade, no dia do seu aniversario. Para os homens, somente uma palavra, mas para as mulheres, cantava "Parabéns pra você," em português. Mesmo aposentado da igreja agora, continuo esta pratica porque temos muitas senhoras viúvas, que moram sozinhas e aguardam ansiosamente este cântico”.

Atualmente serve a Deus como diácono, canta em dois coros e dirige a musica congregacional, quando convidado. Esta igreja, onde ele congrega tem uma Casa para missionários em férias que leva seu nome: ICHTER HOUSE, em uma bonita placa de bronze.

É capelão do Hospital local, onde visita todos os dias. Em cinco deste dias semanais, chega as 6h30 da manha para orar com as pessoas que se submeterão a cirurgias.

Pedi-lhe que deixasse para nós uma palavra, vejam o que respondeu:
1. Mantenha-se firme na Fé.
2. Procure ter um bom relacionamento com o Pastor com quem você trabalha. Não se esqueça que ele é o líder espiritual da igreja.
3. Não esqueça que o ministério da musica deve tentar ser significativo para todas as idades.
4. De uma maneira ou outra, procure dar mais ênfase na mensagem da música. A mensagem é de suma importância e a música, o instrumento que Deus usa para comunicar a mensagem.
5. Seja "adaptável." Vivemos num mundo de mudanças, mas no seu desejo de adaptar, não comprometa os seus ideais. Os americanos têm uma expressão, "Quando joga fora a água do banho, não jogue fora o nenê".


Bill e Jerry Carton Ichter (casados em 1949) apresentaram-se à Junta de Richmond em 1956. Foi o 1º primeiro missionário de música ao Brasil, e segundo no mundo. Bil Ichter, nosso pioneiro na música é casado com Jerry Catron Ichter desde 1949. Têm quatro filhos, Alana, Alan, Carlos e Nelson e estes dois últimos nasceram no Rio. Aliás, Bill Icther tem dois filhos nascidos no Brasil, duas noras brasileiras, três netos nascidos também no Brasil. Tem neto nascido na Korea; uma neta nascida na Alemanha; uma bisneta nascida na Itália, e uma bisneta nascida em Kenya. Isto é fantástico. É assim uma vida nas mãos do Senhor, onde a pátria é o mundo.

A minha vontade é narrar toda a saga desta família após Bill e Jerry. É linda a história. Impressionante como quase todos os netos estão envolvidos com missões em diversas partes do mundo. Os frutos de amor e compaixão desta linda família estão espalhados por três gerações.

Converte-se em 1943, quando fazia o Curso de Pré-Medicina na Faculdade, foi para a Guerra (Segunda Guerra Mundial) onde foi condecorado. Ao voltar da guerra muda o seu foco e fez o curso de Bacharel em Artes, com especialização em Música, na Universidade Batista de Louisiana onde, em 1985, foi eleito “O Ex-Aluno de Destaque”. O Mestrado em Música Sacra foi no Seminário Teológico Batista de Nova Orleans, em 1955. Estudou Regência com John Finley Williamson e Fred Waring e Isaac Karabchevsky, além de estudar música folclórica com Rossini Tavares Lima e música concreta com Diego Pacheco.

No Brasil, ele deu aulas de música no Seminário do Sul/STBSB, para os alunos de Teologia. Ainda não existia o Curso de Música Sacra. Sobre este tempo Bill Ichter diz: - “Gostei das minhas aulas porque TODOS os alunos foram obrigados a estudar, e assim pude deixar sugestões para os futuros pastores.

Organizou e dirigiu o Departamento de Música da Junta de Escolas Dominicais e Mocidade, que hoje depois seria a Superintendência de Música da JUERP.

Durante anos tivemos e usufruímos de muitas dezenas de partituras e livros e coleções que saíram das mãos deste valoroso missionário, como cantatas, oratórios, antemas corais, arranjo para vozes femininas e masculinas e músicas avulsas. Os livros textos tinham como foco Hinologia, melhor ensino e canto congregacional tais como os quatro volumes de Se os hinos falassem o livro Vultos da música evangélica no Brasil da sua autoria, além de outros tais como A música e seu uso na Igreja que é uma compilação com vários autores. Bill pensou em todas as áreas musicais que nosso país precisava. Estas obras podem ser encontradas em várias bibliotecas e igrejas mais organizadas, que possuem um acervo bem arrumado. Esta semana mesmo um amigo tradutor e ministro de música precisava de uma fonte histórica para um hino e estava lá, em uma coleção editada e publicada pelo Bill Ichter, do ano de 1961.

Se você encontrar alguns destes nomes: Nelson Mariante, Severino Parente, Jana Oliveira, Jason Oliveira, Carlos Leite, Alana Silva, Nala Silva, Jeremias Oliveira, Ronaldo Oliveira não precisa pesquisar muito longe. Todos estes são pseudônimos que ele usava. Não queria que seu nome aparecesse muito. Era uma época difícil, pois não tínhamos tantos compositores como hoje. Também uma justificativa do Bill era que ficava melhor aparecer um nome mais brasileiro, inclusive porque seus hinos eram muito usados em campanhas missionárias.

No O Jornal Batista, escreveu durante 10 anos uma coluna chamada Canto musical. Não tínhamos ainda uma revista especializada como temos hoje – Louvor - e muitos músicos recortavam aquelas colunas, catalogavam e guardavam como preciosidade. Nestes tempos difíceis ainda bem que tínhamos o Bill Ichter, que sozinho saía pelas igrejas promovendo Clínicas de música, ensinando em várias áreas musicais e regendo grandes coros nas Cruzadas evangelísticas que tínhamos pelo Brasil e mais precisamente Maracanã e Maracanãzinho.

Como foi dito acima, e sempre no Rio, foi professor de música no Seminário do Sul, IBER e no antigo Curso de Obreiras no Colégio Batista, além de dirigir a música da CBC – Convenção Batista Carioca.

Edith Mulholland,, no livro Notas Históricas do HCC diz:
"Na área de música Bill recebeu o “Prêmio Arthur Lakschevitz” em 1988, oferecido pela Associação dos Músicos Batistas do Brasil; o “Hines Sims Award” em 1980, pela Associação dos Músicos Batistas da Convenção Batista do Sul (EUA); e em 1990, o “Distinguished Service Award” oferecido pela Escola de Música do Seminário Teológico do Sudoeste de Fort Worth, Estado de Texas".

No livro citado acima podemos encontrar muitos dados interessantes sobre sua atuação nos arranjos e revisão das fontes do CC(cantor crsitão). Veja no livro as notas sobre os hinos: 526 e 603.

Diz ainda a profª. Edith: "Bill foi chamado por Nilson Dimárzio, diretor de O Jornal Batista, de “grande missionário” por “sua espiritualidade e consagração, sua maneira de ser, sua conduta cristã, e pelo seu relacionamento com os nacionais”.

Por tantos serviços prestados ao Rio recebeu em 1984 a medalha “Cidadão Honorário do Estado do Rio, além de medalhas militares.

Interessante é que a vida do Bill Ichter sempre esteve ligada á música, mas quando pr. Waldemiro Tymchak, então secretário executivo o convida para ser seu grande ajudador e apoiador, lembro que até eu mesma não entendi. Sim, o que ele vai fazer em Missões Mundias? Vai abandonar a música? Ficou lá por dez anos, os seus últimos anos no Brasil, trabalhando na Junta como redator da revista O campo é o mundo e coordenando o trabalho pela Ásia, África e América do Norte. É assim o Bill. Deus o convoca, ele vai.

Gostaria muito que todos os que chegam agora e estão batalhando pela boa música e seu melhor uso pudessem ler isto e entender que tudo que fazemos hoje, espalhados por este país, é fruto de quem veio antes e nos deixou um legado, que aprendemos com nossos professores, que aprenderam com estes pioneiros. O que será que vamos deixar apara as futuras gerações?

Antes de terminar quero falar um pouco sobre seus filhos:

Alana chegou com seus pais ao Brasil e já tinha seis anos. Estudou no Colégio Batista e Escola Americana, foi para sua América e é formada em Sociologia. Ela e seu esposo Ronaldo Greenwich estão quase 25 anos em Santa Catarina. Fazem um excelente trabalho. Dirigiram a Casa de Amizade em Florianópolis, e agora, ajudam na plantação de igrejas novas em bairros menos favorecidos.

Alan chegou com seus pais, também e fez como sua irmã e como normalmente acontece com todos os nossos missionários voltam e cursam universidade no país natal. O que é muito interessante com os filhos do Bill é que sempre acabam voltando para o Brasil e servem aqui por algum tempo ou por toda a vida. Alan e Barbara se casaram em 1981, ela brasileira e membro da PIB de Copacabana, igreja onde Bill congregou e serviu por muitos anos. Alan morou na Korea e hoje está em Dallas trabalhando com Marketing

Nelson e Carlos nasceram no Brasil. Nelson, carioca, estudou no Colégio Batista, na Escola Americana do Rio e na Faculdade Batista Carioca. Após a ida do Bill para os EUA, aposentado ele continuou no Brasil. Conheceu Janilda que estudou é lecionou no IBER. A família dele hoje é ativa na PIB de Carrollton, EUA; cantam no coro e Janilda lidera um estudo bíblico semanalmente, para um grupo de senhoras brasileiras.

Carlos após seguir o mesmo caminho dos irmãos nos estudos, formou-se em música, na Universidade Batista de Ouachita. Casado com Shannon foram morar no Texas, onde estudou em Fort Worth. Foi MM em Dallas, mas sentindo chamada de Deus para missões, vieram para o Brasil, pela mesma Junta que enviou os seus pais e irmã. Foram trabalhar na Bahia, onde organizou o departamento de música da Convenção Batista da Bahia. Eu vi este seu trabalho. Muito bom e é comentado até hoje entre os músicos baianos. Transferido para a Alemanha, usou da mesma estratégia: organizou os músicos batistas alemães, e ajudou a plantar uma igreja na Bavária. Após oito anos, voltaram para os Estados Unidos, para ser ministro de musica da PIB de Nova Orleans onde ficaram até o furacão, Katrina. Hoje está com sua família em Arkansas, onde serve como o diretor do Departamento de Musica, da Convenção Batista de Arkansas. Interessante como o caçula do casal Ichter tem um ministério semelhante ao do pai – de ser organizador e estruturador da música por onde passa.

Os netos do Bill e Jerry são muito ativos e muitos já estão no ministério. Um é missionário na Itália pela Junta de Richmond e com os Atletas de Cristo; outro é técnico de futebol (brasileiro) e professor de Espanhol, numa escola cristã, em Nairobi, Kenya; uma trabalha em um Centro de adoção e em 2009 vai se casar com um missionario na Italia. Um neto é seminarista com chamada para missões e participa de viagens missionárias para lugares como India, Korea, Equador, Canadá e Brasil. Um segue a carreira militar, outro serve a Deus com música junto aos adolescentes Tem neto ainda bem jovem e que segue na carreira esportista, e neta que segue os passos estudando música na universidade e neto que ajuda na direção dos cantos na igreja.

Que vida abençoada tem o Bill Ichter. Trabalhou muito, investiu sua vida no Reino de Deus, fez muitos amigos, deixou saudade por onde andou e não perdeu a sua família. Deus seja louvado por ele e por toda a sua descendência.
Westh ney Rodrigues luz
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Bibliografia consultada:
· Mulholland, Edith - Notas históricas do HCC. Rio de Janeiro:JUERP, 2001
· Correspondência por e-mail, em outubro de 2008, entre Bill Ichter e autora do artigo

10 comentários:

  1. Oi Westh, Achei muito legal ler em seu blog informações sobre os nossos queridos pr Bill e Jerry. Tenho um carinho muito especial por eles, bem como pela Alana e família. Somos muito amigos e sinto muita falta dessas pessoas tão amadas. Eles tem, de certa forma, uma influência em meu chamado missionário! Meu melhor amigo durante boa parte da infância e adolescência, é neto do pr. Bill. Adorei, abração pra vc! Filipe Santos

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  2. Oi Westh Ney, vc mencionou Bill Hicter...
    Saudades dos idos de 1957,na adolescência, quando trabalhei na antiga Casa Publicadora na Pça da Bandeira. Departamento de Esc.Dominicais 2.and..Pr Delcyr de S.Lima, Cary Gonçalves irmã do Almir, Dr Fred Lee Howkins e Catherine Kozens, nas Joias de Cristo, etc... Eu era responsável nas entrega de todas as correspondências que pegava nos Correios da Rua 1.A.Marçoa e as entregava aos muitos missionários, como Miss Mini Lou Lanier, Sophia Nicols, Bill Hichter, Dr Hallock, Diretor, Ed.Berry e tantos outros de saudosa memória. O Bill sempre me chamava ao 3.andar, no Dep de Música, para ver alguma novidade que ele montava juntamente com Antônio Coutinho. Havia uma máquina de datilografar partituras muito interessante.
    Ali passei toda minha adolescência.
    Aos sábados tinhamos um culto matutino no 1.and, Estúdios de gravação do programa "Batistas em Marcha" (Estudio esse onde o Pr Feliciano Amaral gravou seus primeiros discos em 78 rotações acompanhado por Leusi Figueira ou Delci Bernardes), o programa ia ao ar pela rádio Tupi se não me falha a memória. A palavra no culto quase sempre cabia ao saudoso Pr Almir Gonçalves, que com voz pausada e firme nos trazia a mensagem de Deus. Ao final eu sempre tocava o Hino Nacional Americano, tendo à minha volta Prs Eduardo Berry que vibrava, Bill, Dr Hallock e outros....Voce me fez lembrar isso tudo ao mencionar o nome do Bill. Saudades daquela fraternidade tão grande que havia entre todos nós. Há ainda muitas outras histórias pra contar, mas vou ficando por akki....
    Outrossim, caso vc tenha um Email do Bill, ou de alguem da familia ficaria grt..
    Abração querida
    Deus te abençôe!
    Enoch Santos de Albuquerque

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    1. Olá, Enoch. Sou filha do Bill Ichter. Tenho certeza de que ele gostaria muito de receber notícias suas. Seu email é wichter@suddenlink.net

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  3. que bom ler tudo isso sobre pastor ichter tive o previlégio de cantar no grande coral dirigido por ele no centenário batista no E S.tambem pude participar de oficina de música e tambem com pr donald e com músicos de ketuk.louvo À DEUS por este Pastor que é muinto importante para mim .
    DEUS O ABENÇOE E CERTO DE QWE NOS VEREMOS LÀ NA GLÓRIA. jonas de mello

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  4. Boa noite fiquei feliz com esta narrativa sobre Bill Ichter, escrevo para comunicar que a transcrevi em meu blog, aproveito o ensejo para convidar a irmã a visitá-lo, lá postei todos os hinos do Cantor Cristão, letra e áudio, e a partir do dia 22 do presente mês passo a falar da história dos hinos e biografia de alguns letristas, compositores e tradutores dos hinos do Cantor Cristão.

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  5. convoco a todos os amantes do canto coral para enviar emails à editora juerp , pedidindo para colocar no mercado o livro coros sacros, pois se isso não for feito, vamos deixar morrer uma preciosidade do canto coral . estão trocando o verdadeiro hino de coral por musicas de conjunto de mocidade, essa é a verdade, e o verdadeiro canto coral está a morrer em nossas igrejas. precisamos salvar nossas preciosidades.
    Há outro livro de nome "Antenas Celeste". esse não sei quem publicou.
    peço que enviem para a juerp um email pedindo a reimpressão e colocação no mecado do livro , coros sacros,e antenas celeste, se foi a juerp que o fez. obrigado pela atenção e diponibilidade me ajdudar. divulguem tambem o movimento. o endereço é
    editora@juerp.org.br
    quanto mais pessoas interessadas no livro, maior o sucesso no que queremos. vamos voltar ao bons tempos dos corais

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  6. Fernando Sathler Breder27/9/13 00:29

    Amei seu blog... Fã incondicional de vc! E desses "monstros" que fizeram e ainda fazem a diferença em nossa música... Desde criança, sou fã do "Bill". Folheando as revistas "Louvor" fui conhecendo quem era bom no ramo.... Era criança... Já se passaram algumas décadas...

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  7. Cantei no coro de tacuruca quando Bill era o regente e foram anos maravilhosos. Convivi com a toda a familia e tenho um lugar especial no meu coracao para este querido Gringo (assim que chamavamos ele) e familia. O seu blog e maravilhoso. Como sai do Brasil em 1965 havia muita coisa que nao sabia dos anos ate a volta deles para os Estados Unidos. Muito obrigada pelo blog!
    Nezy Freitas Oliver

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    1. escreva para o Bill - ele vai gostar muito - Seu email é wichter@suddenlink.net

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  8. Apreciei muito toda essa história da vida do Pr. Bill , e me alegro que ainda esteja assim trabalhando... através de seus filhos e netos! Deus seja louvado!

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